- Materiais impressosR$ 105 mil30,9%
- Serviços advocatíciosR$ 40 mil11,8%
- PessoalR$ 20 mil5,9%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 12 mil3,4%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 160 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 163 mil48,1%
Guiga (PODE) ficou como suplente de deputado federal por Pernambuco em 2026, com 18.945 votos, pelo resultado oficial do TSE. Guiga (Guilherme de Albuquerque Melo Nunes) disputou 3 eleições entre 2016 e 2026, para deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Vicência em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por PE: 18.945 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PE, declarou R$ 400 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 340 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 105 mil), serviços advocatícios (R$ 40 mil) e pessoal (R$ 20 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 170 mil em 2020 e R$ 112 mil em 2016.
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A votação de Guilherme de Albuquerque Melo Nunes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Guiga declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Vicência (PE) em 2016 e 2020, e deputado federal por Pernambuco em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 400 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 340 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 105 mil) e serviços advocatícios (R$ 40 mil); R$ 180 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 170 mil em gastos; em 2016, R$ 112 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.