- Materiais impressosR$ 123 mil36,6%
- Serviços de terceirosR$ 59 mil17,5%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 46 mil13,5%
- Cessão ou locação de veículosR$ 33 mil9,9%
- Outras 9 categoriasR$ 76 mil22,5%
Joaquim Lira (PV) foi eleito deputado estadual por Pernambuco em 2026, com 50.770 votos, pelo resultado oficial do TSE. Joaquim Lira (Joaquim Elias Carneiro de Lira) disputou 4 eleições entre 2014 e 2026, para deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2026, 2022, 2018 e 2014. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por PE: 67.584 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por PE, declarou R$ 297 mil em receitas: R$ 177 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 120 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 337 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 123 mil), serviços de terceiros (R$ 59 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 46 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 391 mil em 2022 e R$ 294 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Joaquim Elias Carneiro de Lira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Joaquim Lira declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Pernambuco em 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 3 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 297 mil em receitas: R$ 177 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 120 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 337 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 123 mil) e serviços de terceiros (R$ 59 mil); R$ 262 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 391 mil em gastos; em 2018, R$ 294 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.