- Materiais impressosR$ 366 mil39,0%
- Serviços de terceirosR$ 139 mil14,8%
- Cessão ou locação de veículosR$ 107 mil11,4%
- Serviços advocatíciosR$ 100 mil10,6%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 33 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 227 mil24,2%
Josimara Cavalcanti (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputada estadual por Pernambuco em 2026, com 29.158 votos, pelo resultado oficial do TSE. Josimara Cavalcanti (Josimara Cavalcanti Rodrigues Yotsuya) disputou 8 eleições entre 1996 e 2026, para deputada estadual, prefeita, vice-prefeita e vereadora. Ela foi eleita 5 vezes: prefeita de Dormentes em 2020; vice-prefeita de Dormentes em 2016; vereadora de Dormentes em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2026, para deputada estadual por PE: 29.158 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por PE, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 560 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 450 mil do Fundo Partidário e R$ 14 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 940 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 366 mil), serviços de terceiros (R$ 139 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 107 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 147 mil em 2020 e R$ 60 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Josimara Cavalcanti Rodrigues Yotsuya em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Josimara Cavalcanti declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeita em Dormentes (PE) em 2008, 2012 e 2020, e deputada estadual por Pernambuco em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 560 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 450 mil do Fundo Partidário e R$ 14 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 940 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 366 mil) e serviços de terceiros (R$ 139 mil); R$ 675 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 147 mil em gastos; em 2012, R$ 60 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.