- Militância e mobilização de ruaR$ 952 mil38,9%
- PessoalR$ 610 mil24,9%
- Serviços de terceirosR$ 210 mil8,6%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 200 mil8,2%
- Outras 7 categoriasR$ 474 mil19,4%
Aline Sleutjes (PL) ficou como suplente de deputada federal pelo Paraná em 2026, com 44.135 votos, pelo resultado oficial do TSE. Aline Sleutjes disputou 9 eleições entre 2000 e 2026, para deputada federal, senadora, prefeita, deputada estadual, vereadora e vice-prefeita. Ela foi eleita 3 vezes: deputada federal em 2018; vereadora de Castro em 2012 e 2004. A maior votação foi em 2022, para senadora por PR: 89.560 votos. No Senado Federal, teve R$ 82,7 milhões empenhados em 35 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 82 municípios; 93% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputada federal por PR, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 2,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 14 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2,4 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 952 mil), pessoal (R$ 610 mil) e serviços de terceiros (R$ 210 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 milhão em 2022 e R$ 90 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Aline Sleutjes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Aline Sleutjes declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereadora em Castro (PR) em 2012, deputada estadual por Paraná em 2014, prefeita em Castro (PR) em 2016, deputada federal por Paraná em 2018 e 2026, e senadora por Paraná em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 2,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 14 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2,4 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 952 mil) e pessoal (R$ 610 mil); R$ 605 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 1 milhão em gastos contratados; em 2018, 60% dos R$ 90 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Aline Sleutjes teve R$ 82,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 35 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 82 municípios. Já foram pagos R$ 77,1 milhões (93%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (53%). As cidades que mais receberam foram Londrina, Ponta Grossa e Ivaiporã.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 32,1 milhões | R$ 31,6 milhões | 99% | 3 | 29 |
| 2022 | R$ 18,4 milhões | R$ 18,1 milhões | 98% | 10 | 32 |
| 2021 | R$ 16,3 milhões | R$ 16,1 milhões | 99% | 6 | 39 |
| 2020 | R$ 15,8 milhões | R$ 11,1 milhões | 70% | 16 | 12 |
| Total | R$ 82,6 milhões | R$ 76,9 milhões | 93% | 35 | 82 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.