- PessoalR$ 438 mil21,7%
- Materiais impressosR$ 338 mil16,8%
- Serviços de terceirosR$ 223 mil11,1%
- Militância e mobilização de ruaR$ 175 mil8,7%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 842 mil41,8%
Ruy Carneiro (PODE) foi eleito deputado federal pela Paraíba em 2026, com 102.885 votos, pelo resultado oficial do TSE. Ruy Carneiro (Ruy Manuel Carneiro Barbosa de Aça Belchior) disputou 11 eleições entre 1998 e 2026, para deputado federal, prefeito, vice-governador e deputado estadual. Ele foi eleito 7 vezes: deputado federal em 2026, 2022, 2018 e 2010; deputado estadual em 2006, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por PB: 108.644 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 190,8 milhões empenhados em 99 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 88 municípios; 87% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por PB, declarou R$ 2 milhões em receitas: R$ 1,9 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 107 mil de doações privadas (9 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com pessoal (R$ 438 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 338 mil) e serviços de terceiros (R$ 223 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3,9 milhões em 2024 e R$ 2,8 milhões em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ruy Manuel Carneiro Barbosa de Aça Belchior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ruy Carneiro declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por Paraíba em 2006, deputado federal por Paraíba em 2010, 2018, 2022 e 2026, e prefeito em João Pessoa (PB) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2 milhões em receitas: R$ 1,9 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 107 mil de doações privadas (9 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com pessoal (R$ 438 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 338 mil); R$ 1,1 milhão já foram pagos. Em 2024, R$ 3,9 milhões em gastos; em 2022, 57% dos R$ 2,8 milhões em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Ruy Carneiro teve R$ 190,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 99 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 88 municípios. Já foram pagos R$ 166,2 milhões (87%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (55%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram João Pessoa, Campina Grande e Riachão do Poço. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 108,6 milhões em 53 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 82,1 milhões em 46 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 26,7 milhões | R$ 17,7 milhões | 66% | 12 | 27 |
| 2025 | R$ 43,9 milhões | R$ 32,7 milhões | 74% | 23 | 43 |
| 2024 | R$ 37,7 milhões | R$ 33,4 milhões | 89% | 17 | 20 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 108,3 milhões | R$ 83,8 milhões | 77% | 52 | 56 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.