- Materiais impressosR$ 127 mil31,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 70 mil17,0%
- Transporte ou deslocamentoR$ 62 mil15,1%
- Publicidade por adesivosR$ 57 mil13,9%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 95 mil23,1%
Deputado Federal pelo Pará · 1º turno
100,00% das urnas do Pará apuradas às 23h29 (TSE)
107.124 votos (2,22% dos válidos)
13º lugar até agora, entre 250 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Cassio Andrade (Cássio Coelho Andrade) disputou 9 eleições entre 2002 e 2024, para vice-prefeito, deputado federal, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: vice-prefeito de Belém em 2024; deputado federal em 2018; deputado estadual em 2014, 2010 e 2006; vereador de Belém em 2004. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por PA: 130.768 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por PA pelo MDB. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 80,4 milhões empenhados em 28 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 34 municípios; 95% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por PA, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 73 mil de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 411 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 127 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 70 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 62 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 761 mil em 2022 (57% com publicidade por materiais impressos) e R$ 651 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Cássio Coelho Andrade em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Cassio Andrade declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por Pará em 2006, 2010 e 2014, deputado federal por Pará em 2018, 2022 e 2026, e prefeito em Belém (PA) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 73 mil de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 411 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 127 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 70 mil); R$ 378 mil já foram pagos. Em 2022, 57% dos R$ 761 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2020, 44% dos R$ 651 mil em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Cassio Andrade teve R$ 80,4 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 28 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 34 municípios. Já foram pagos R$ 76,4 milhões (95%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (60%). As cidades que mais receberam foram Belém, Ananindeua e Benevides.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 32,1 milhões | R$ 32,1 milhões | 100% | 2 | 15 |
| 2022 | R$ 18,4 milhões | R$ 18,4 milhões | 100% | 3 | 11 |
| 2021 | R$ 14,2 milhões | R$ 11,2 milhões | 79% | 11 | 12 |
| 2020 | R$ 15,5 milhões | R$ 13,5 milhões | 87% | 12 | 9 |
| Total | R$ 80,2 milhões | R$ 75,2 milhões | 94% | 28 | 34 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.