Carlos Edilson de Almeida Maneschy

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Carlos Edilson de Almeida Maneschy
4 eleições entre 2016 e 2026 · último partido PDT
71 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Superior
redes informadas ao TSE
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Apuração ao vivo

Deputado Federal pelo Pará · 1º turno

99,97% das urnas do Pará apuradas às 23h01 (TSE)

21.976 votos (0,45% dos válidos)

39º lugar até agora, entre 250 candidatos

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Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.

Professor Maneschy (Carlos Edilson de Almeida Maneschy) disputou 3 eleições entre 2016 e 2022, para deputado estadual e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Belém/PA: 75.401 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por PA pelo PDT. Na campanha de 2026 para deputado federal por PA, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com pessoal (R$ 267 mil), serviços de terceiros (R$ 186 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 150 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 140 mil em 2022 e R$ 63 mil em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

33.711 votos em 2022 · 4 eleições · 2026 em disputa

A votação de Carlos Edilson de Almeida Maneschy em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 3 milhões em receitas · R$ 1 milhão em gastos contratados

Professor Maneschy declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Belém (PA) em 2016, deputado estadual por Pará em 2018 e 2022, e deputado federal por Pará em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com pessoal (R$ 267 mil) e serviços de terceiros (R$ 186 mil); R$ 534 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 140 mil em gastos; em 2018, R$ 63 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 3 milhõesparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 1 milhãocontratados, parcial; R$ 534 mil pagos
Gastos em 2022R$ 140 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42016, 2018, 2022 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 milhões
doações de pessoas
FEFC 99% · pessoas menos de 1% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1 milhão
pago até agora: R$ 534 mil (52%)
  • PessoalR$ 267 mil26,1%
  • Serviços de terceirosR$ 186 mil18,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 150 mil14,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 141 mil13,8%
  • Outras 6 categoriasR$ 280 mil27,3%
2022Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 168 mil
6 doadores pessoas físicas
FEFC 30% · partido e outras campanhas 9% · pessoas 38% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 140 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 55 mil39,6%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 30 mil21,4%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 11 mil8,0%
  • Serviços advocatíciosR$ 10 mil7,1%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 33 mil23,7%
2018Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 102 mil
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 30% · pessoas 67% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 63 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 24 mil38,1%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 7 mil10,9%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 4 mil5,6%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil2,4%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 25 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 27 mil43,0%
Ver a campanha anterior
2016Prefeito, Belém (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 207 mil
50 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 89% · pessoas 11%
Gasto contratado
R$ 497 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 325 mil65,4%
  • Materiais impressosR$ 130 mil26,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 16 mil3,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 13 mil2,7%
  • Outras 6 categoriasR$ 14 mil2,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892