- Serviços de terceirosR$ 886 mil43,6%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 500 mil24,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 190 mil9,4%
- Locação de imóveisR$ 139 mil6,8%
- Outras 14 categoriasR$ 315 mil15,5%
Marcelo Aro (PP) teve 2.387.973 votos para senador por Minas Gerais em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Marcelo Aro (Marcelo Guilherme de Aro Ferreira) disputou 5 eleições entre 2012 e 2026, para senador, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2018 e 2014; vereador de Belo Horizonte em 2012. A maior votação foi em 2026, para senador por MG: 2.387.973 votos. No Senado Federal, teve R$ 137,5 milhões empenhados em 78 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 162 municípios; 95% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para senador por MG, declarou R$ 4,1 milhões em receitas: R$ 4,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 45 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 886 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 500 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 190 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 4,5 milhões em 2022 e R$ 1,5 milhão em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcelo Guilherme de Aro Ferreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marcelo Aro declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Belo Horizonte (MG) em 2012, deputado federal por Minas Gerais em 2014 e 2018, e senador por Minas Gerais em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 4,1 milhões em receitas: R$ 4,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 45 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 886 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 500 mil); R$ 545 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 4,5 milhões em gastos; em 2018, R$ 1,5 milhão em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Marcelo Aro teve R$ 137,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 78 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 162 municípios. Já foram pagos R$ 131 milhões (95%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Riacho dos Machados, Ouro Verde de Minas e Januária. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 82,7 milhões em 37 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 54,8 milhões em 41 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 32,1 milhões | R$ 31,9 milhões | 99% | 7 | 41 |
| 2022 | R$ 18,4 milhões | R$ 18,4 milhões | 100% | 5 | 39 |
| 2021 | R$ 16,3 milhões | R$ 15,8 milhões | 97% | 12 | 33 |
| 2020 | R$ 15,9 milhões | R$ 15,6 milhões | 98% | 13 | 24 |
| Legislatura 2019 a 2022 | R$ 82,7 milhões | R$ 81,6 milhões | 99% | 37 | 102 |
Funções que mais receberam (2019 a 2022)
Municípios que mais receberam (2019 a 2022)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.