Mateus Simões de Almeida

Foto de Mateus Simões de Almeida
Mateus Simões de Almeida
4 eleições entre 2014 e 2026 · último partido PSD
45 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Governador
redes informadas ao TSE
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Mateus Simões (PSD) teve 530.292 votos para governador de Minas Gerais em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Mateus Simões (Mateus Simões de Almeida) disputou 4 eleições entre 2014 e 2026, para governador, vice-governador, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vice-governador em 2022; vereador de Belo Horizonte em 2016. A maior votação foi em 2026, para governador por MG: 530.292 votos. Na campanha de 2026 para governador por MG, declarou R$ 14,2 milhões em receitas: R$ 7 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 214 mil do Fundo Partidário, R$ 3,9 milhões de outros recursos do partido e R$ 3 milhões de doações privadas (63 doadores). Os gastos contratados somam R$ 8,5 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3,4 milhões), transporte ou deslocamento (R$ 1,6 milhão) e pessoal (R$ 1 milhão). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 91 mil em 2016 e R$ 453 mil em 2014.

Vice-Governador · 2022
6.094.136
votos · MG · vice não recebe voto nominal
ELEITO
Mandato até 2026
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

530.292 votos em 2026 · 4 eleições

A votação de Mateus Simões de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 14,2 milhões em receitas · R$ 8,5 milhões em gastos contratados

Mateus Simões declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2014, vereador em Belo Horizonte (MG) em 2016, e governador por Minas Gerais em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 14,2 milhões em receitas: R$ 7 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 214 mil do Fundo Partidário, R$ 3,9 milhões de outros recursos do partido e R$ 3 milhões de doações privadas (63 doadores). Os gastos contratados somam R$ 8,5 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3,4 milhões) e transporte ou deslocamento (R$ 1,6 milhão); R$ 5,9 milhões já foram pagos. Em 2016, R$ 91 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 453 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 14,2 milhõesparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 8,5 milhõescontratados, parcial; R$ 5,9 milhões pagos
Gastos em 2016R$ 91 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32014, 2016 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialGovernador, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14,2 milhões
63 doadores pessoas físicas
FEFC 50% · Fundo Partidário 2% · partido 28% · pessoas 21%
Gasto contratado
R$ 8,5 milhões
pago até agora: R$ 5,9 milhões (69%)
  • Serviços de terceirosR$ 3,4 milhões39,7%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 1,6 milhão18,6%
  • PessoalR$ 1 milhão12,1%
  • Materiais impressosR$ 784 mil9,2%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 22 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1,7 milhão20,4%
2016Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 91 mil
20 doadores pessoas físicas
partido 24% · pessoas 60% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 91 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 26 mil29,1%
  • Materiais impressosR$ 26 mil28,4%
  • Locação de imóveisR$ 10 mil10,8%
  • PessoalR$ 9 mil9,6%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 31 lançados como "diversas a especificar"R$ 20 mil22,1%
2014Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 453 mil
56 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 24% · empresas 22% · próprios 53%
Gasto contratado
R$ 453 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 107 mil23,6%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 100 mil22,1%
  • PessoalR$ 81 mil17,9%
  • Serviços de terceirosR$ 72 mil15,9%
  • Outras 10 categoriasR$ 93 mil20,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2016 e 2022

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892