- Impulsionamento de conteúdosR$ 1,6 milhão31,8%
- Serviços advocatíciosR$ 1 milhão19,5%
- Militância e mobilização de ruaR$ 742 mil14,5%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 538 mil10,5%
- Outras 15 categoriasR$ 1,2 milhão23,7%
Eduardo Riedel (PP) foi eleito governador do Mato Grosso do Sul em 2026, com 914.323 votos, pelo resultado oficial do TSE. Eduardo Riedel (Eduardo Correa Riedel) disputou 2 eleições entre 2022 e 2026, para governador. Ele foi eleito 2 vezes: governador em 2026 e 2022. A maior votação foi em 2026, para governador por MS: 914.323 votos. Na campanha de 2026 para governador por MS, declarou R$ 3,6 milhões em receitas: R$ 1,9 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 23 mil do Fundo Partidário, R$ 915 mil de outros recursos do partido e R$ 744 mil de doações privadas (18 doadores). Os gastos contratados somam R$ 5,1 milhões, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 1,6 milhão), serviços advocatícios (R$ 1 milhão) e militância e mobilização de rua (R$ 742 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2022, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 9,8 milhões.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Eduardo Correa Riedel em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Eduardo Riedel declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: governador por Mato Grosso do Sul em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3,6 milhões em receitas: R$ 1,9 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 23 mil do Fundo Partidário, R$ 915 mil de outros recursos do partido e R$ 744 mil de doações privadas (18 doadores). Os gastos contratados somam R$ 5,1 milhões, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 1,6 milhão) e serviços advocatícios (R$ 1 milhão); R$ 2,4 milhões já foram pagos. Em 2022, R$ 9,8 milhões em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.