- Militância e mobilização de ruaR$ 293 mil47,8%
- Serviços de terceirosR$ 86 mil14,0%
- Cessão ou locação de veículosR$ 73 mil12,0%
- Locação de imóveisR$ 36 mil5,9%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 20 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 124 mil20,3%
Ana Portela (PL) ficou como suplente de deputada estadual pelo Mato Grosso do Sul em 2026, com 15.561 votos, pelo resultado oficial do TSE. Ana Portela (Ana Claudia Pereira Portela) disputou 2 eleições entre 2024 e 2026, para deputada estadual e vereadora. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Campo Grande em 2024. A maior votação foi em 2026, para deputada estadual por MS: 15.561 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por MS, declarou R$ 912 mil em receitas: R$ 600 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 301 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 8 mil de doações privadas (3 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 612 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 293 mil), serviços de terceiros (R$ 86 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 73 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2024, já encerrada, gastou R$ 410 mil, 42% com militância e mobilização de rua.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ana Claudia Pereira Portela em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ana Portela declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Campo Grande (MS) em 2024, e deputada estadual por Mato Grosso do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 912 mil em receitas: R$ 600 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 301 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 8 mil de doações privadas (3 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 612 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 293 mil) e serviços de terceiros (R$ 86 mil); R$ 379 mil já foram pagos. Em 2024, 42% dos R$ 410 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.