Anisio Guilherme da Fonseca

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Anisio Guilherme da Fonseca
9 eleições entre 2000 e 2026 · último partido PSOL
60 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Fundamental
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Prof. Anisio Guató (PSOL) teve 480 votos para deputado federal pelo Mato Grosso do Sul em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Prof. Anisio Guató (Anisio Guilherme da Fonseca) disputou 9 eleições entre 2000 e 2026, para deputado federal, vereador, prefeito e senador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para senador por MS: 28.888 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por MS, declarou R$ 40 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com pessoal (R$ 17 mil) e materiais de expediente (R$ 234). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2024 (55% com pessoal) e R$ 1 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

480 votos em 2026 · 9 eleições

A votação de Anisio Guilherme da Fonseca em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 40 mil em receitas · R$ 17 mil em gastos contratados

Prof. Anisio Guató declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2014 e 2026, vereador em Corumbá (MS) em 2016 e 2024, e senador por Mato Grosso do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 40 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com pessoal (R$ 17 mil) e materiais de expediente (R$ 234); R$ 8 mil já foram pagos. Em 2024, 55% dos R$ 5 mil em gastos foram com pessoal; em 2016, 42% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por adesivos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 40 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 17 milcontratados, parcial; R$ 8 mil pagos
Gastos em 2024R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2014 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2026parcialDeputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 40 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 17 mil
pago até agora: R$ 8 mil (46%)
  • PessoalR$ 17 mil98,6%
  • Materiais de expedienteR$ 2341,4%
2024Vereador, Corumbá (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
FEFC 79% · partido e outras campanhas 8% · pessoas 13%
Gasto contratado
R$ 5 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 3 mil54,6%
  • Materiais impressosR$ 1 mil22,9%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil22,4%
2020Prefeito, Corumbá (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
Ver as 3 campanhas anteriores
2018Senador, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
sem doações de pessoas
FEFC 18% · Fundo Partidário 82%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Corumbá (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 88% · pessoas 12%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 51041,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 30524,9%
  • Materiais impressosR$ 26021,2%
  • Serviços de terceirosR$ 15012,2%
2014Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
3 doadores pessoas físicas
partido 35% · pessoas 65%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil64,9%
  • Materiais impressosR$ 1 mil35,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892