Margareth Buzetti (PP) teve 65.559 votos para senadora pelo Mato Grosso em 2026 e não foi eleita, pelo resultado oficial do TSE. Margareth Buzetti (Margareth Gettert Busetti) disputou 2 eleições entre 2018 e 2026, para senadora e 1º suplente. Ela foi eleita 1 vez: 1º suplente em 2018. Na campanha de 2026 para senadora por MT, declarou R$ 3,3 milhões em receitas: R$ 3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 18 mil de outras campanhas, R$ 282 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,6 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,2 milhão), serviços de terceiros (R$ 944 mil) e serviços advocatícios (R$ 100 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
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Evolução da votação nas eleições
65.559 votos em 2026 · 2 eleições
A votação de Margareth Gettert Busetti em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 3,3 milhões em receitas · R$ 2,6 milhões em gastos contratados
Margareth Buzetti declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: senadora por Mato Grosso em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3,3 milhões em receitas: R$ 3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 18 mil de outras campanhas, R$ 282 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,6 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,2 milhão) e serviços de terceiros (R$ 944 mil); R$ 1,8 milhão já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 3,3 milhõesparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 2,6 milhõescontratados, parcial; R$ 1,8 milhão pagos
FEFC 90% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 9% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 2,6 milhões
pago até agora: R$ 1,8 milhão (67%)
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,2 milhão45,3%
Serviços de terceirosR$ 944 mil36,2%
Serviços advocatíciosR$ 100 mil3,8%
Materiais impressosR$ 91 mil3,5%
Outras 15 categoriasinclui R$ 79 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 293 mil11,2%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.