Junior Cesar Leite da Silva

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Junior Cesar Leite da Silva
7 eleições entre 2010 e 2026 · último partido PSB
55 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio completo
Corretor de Imóveis, Seguros, Títulos e Valores
redes informadas ao TSE
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Pé No Chão (PSB) teve 222 votos para deputado federal pelo Mato Grosso em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Pé No Chão (Junior Cesar Leite da Silva) disputou 7 eleições entre 2010 e 2026, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MT: 417 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por MT, declarou R$ 304 em receitas, de outras campanhas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 72 mil em 2014 (83% com pessoal) e R$ 10 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

222 votos em 2026 · 7 eleições

A votação de Junior Cesar Leite da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 600 em gastos

Pé No Chão declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso em 2010, 2014 e 2018, e prefeito em Sorriso (MT) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 304 em receitas, de outras campanhas. Em 2020, 100% dos R$ 600 em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, 83% dos R$ 72 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Gastos em 2020R$ 600campanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2010 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2020Prefeito, Sorriso (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
R$ 600
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 600100,0%
2018Deputado estadual, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 304
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
Ver as 2 campanhas anteriores
2014Deputado estadual, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 72 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 98% · empresas menos de 1% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 72 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 60 mil83,1%
  • Materiais impressosR$ 4 mil6,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil6,0%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil4,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 19menos de 0,1%
2010Deputado estadual, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
17 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 45% · pessoas 55%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 10 mil100,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892