Jose Pedro Gonçalves Taques

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Jose Pedro Gonçalves Taques
4 eleições entre 2010 e 2026 · último partido PSB
58 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Pedro Taques (PSB) teve 224.621 votos para senador pelo Mato Grosso em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Pedro Taques (José Pedro Gonçalves Taques) disputou 4 eleições entre 2010 e 2026, para senador e governador. Ele foi eleito 2 vezes: governador em 2014; senador em 2010. A maior votação foi em 2014, para governador por MT: 833.788 votos. Na campanha de 2026 para senador por MT, declarou R$ 830 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 180 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 150 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,3 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1,6 milhão), impulsionamento de conteúdos (R$ 198 mil) e serviços advocatícios (R$ 150 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4,8 milhões em 2018 (42% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 29,3 milhões em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

224.621 votos em 2026 · 4 eleições

A votação de Jose Pedro Gonçalves Taques em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

SenadorGovernador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 830 mil em receitas · R$ 2,3 milhões em gastos contratados

Pedro Taques declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: senador por Mato Grosso em 2010 e 2026, e governador por Mato Grosso em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 830 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 180 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 150 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,3 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1,6 milhão) e impulsionamento de conteúdos (R$ 198 mil); R$ 700 mil já foram pagos. Em 2018, 42% dos R$ 4,8 milhões em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2014, R$ 29,3 milhões em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 830 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 2,3 milhõescontratados, parcial; R$ 700 mil pagos
Gastos em 2018R$ 4,8 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas42010, 2014, 2018 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialSenador, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 830 mil
13 doadores pessoas físicas
FEFC 60% · pessoas 22% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 2,3 milhões
pago até agora: R$ 700 mil (31%)
  • Serviços de terceirosR$ 1,6 milhão72,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 198 mil8,7%
  • Serviços advocatíciosR$ 150 mil6,6%
  • Serviços contábeisR$ 135 mil5,9%
  • Outras 7 categoriasR$ 158 mil6,9%
2018Governador, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,6 milhões
92 doadores pessoas físicas
FEFC 47% · Fundo Partidário 12% · pessoas 41%
Gasto contratado
R$ 4,8 milhões
pago: R$ 2,5 milhões (52%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 milhões42,1%
  • Serviços de terceirosR$ 1 milhão21,1%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 293 mil6,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 252 mil5,2%
  • Outras 21 categoriasR$ 1,2 milhão25,4%
2014Governador, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27,1 milhões
186 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 35% · empresas 63%
Gasto contratado
R$ 29,3 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 5,6 milhões19,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2,8 milhões9,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2,5 milhões8,7%
  • Serviços de terceirosR$ 2,5 milhões8,5%
  • Outras 23 categoriasinclui R$ 7,8 milhões doados a outros candidatos e partidosR$ 15,9 milhões54,2%
Ver a campanha anterior
2010Senador, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
53 doadores pessoas físicas
pessoas 15% · empresas 85%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 314 mil28,0%
  • PessoalR$ 253 mil22,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 125 mil11,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 34 mil3,0%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 3 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 395 mil35,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892