- Serviços de terceirosR$ 1 milhão59,4%
- Serviços advocatíciosR$ 500 mil29,7%
- Materiais impressosR$ 120 mil7,1%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 34 mil2,0%
- Outras 3 categoriasR$ 31 mil1,8%
Mailza Assis (PP) foi ao 2º turno da eleição para governadora do Acre em 2026, com 218.760 votos no 1º turno, pelo resultado oficial do TSE. O 2º turno é em 25 de outubro de 2026. Mailza Assis (Mailza Assis da Silva) disputou 3 eleições entre 2014 e 2026, para governadora, vice-governadora e 1º suplente. Ela foi eleita 2 vezes: vice-governadora em 2022; 1º suplente em 2014. No Senado Federal, teve R$ 108,5 milhões empenhados em 54 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 56 municípios; 87% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para governadora por AC, declarou R$ 3,6 milhões em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1,7 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1 milhão), serviços advocatícios (R$ 500 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 120 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Mailza Assis da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Mailza Assis declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: governadora por Acre em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3,6 milhões em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1,7 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1 milhão) e serviços advocatícios (R$ 500 mil); R$ 1,7 milhão já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Mailza Assis teve R$ 108,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 54 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 56 municípios. Já foram pagos R$ 94,8 milhões (87%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (52%). As cidades que mais receberam foram Rio Branco, Feijó e Betim.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 58,1 milhões | R$ 51 milhões | 88% | 17 | 34 |
| 2022 | R$ 18,4 milhões | R$ 17,2 milhões | 93% | 11 | 6 |
| 2021 | R$ 16,2 milhões | R$ 13,4 milhões | 83% | 12 | 12 |
| 2020 | R$ 15,7 milhões | R$ 12,6 milhões | 80% | 14 | 21 |
| Total | R$ 108,4 milhões | R$ 94,2 milhões | 87% | 54 | 56 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.