Marcus Alexandre (MDB) foi eleito deputado estadual pelo Acre em 2026, com 12.872 votos, pelo resultado oficial do TSE. Marcus Alexandre (Marcus Alexandre Médici Aguiar Viana da Silva) disputou 6 eleições entre 2012 e 2026, para deputado estadual, prefeito, vice-governador e governador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2026; prefeito de Rio Branco em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2018, para governador por AC: 144.071 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AC, declarou R$ 263 mil em receitas: R$ 150 mil de outras campanhas e R$ 113 mil de doações privadas (39 doadores). Os gastos contratados somam R$ 64 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 15 mil), serviços contábeis (R$ 15 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 10 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 620 mil em 2024 (50% com serviços advocatícios) e R$ 2,6 milhões em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
12.872 votos em 2026 (eleito) · 6 eleições
A votação de Marcus Alexandre Medici Aguiar Viana da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
PrefeitoGovernadorDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 263 mil em receitas · R$ 64 mil em gastos contratados
Marcus Alexandre declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Rio Branco (AC) em 2012, 2016 e 2024, governador por Acre em 2018, e deputado estadual por Acre em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 263 mil em receitas: R$ 150 mil de outras campanhas e R$ 113 mil de doações privadas (39 doadores). Os gastos contratados somam R$ 64 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 15 mil) e serviços contábeis (R$ 15 mil); R$ 0 já foram pagos. Em 2024, 50% dos R$ 620 mil em gastos foram com serviços advocatícios; em 2018, R$ 2,6 milhões em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 263 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 64 milcontratados, parcial; R$ 0 pagos
Gastos em 2024R$ 620 milcampanha encerrada; tudo pago
Criação e inclusão de páginas na internetR$ 2030,3%
Outras 1 categoriainclui R$ 45 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 45 mil74,3%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.