- Materiais impressosR$ 232 mil42,6%
- Serviços de terceirosR$ 187 mil34,4%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 70 mil12,9%
- Publicidade por carros de somR$ 18 mil3,3%
- Outras 4 categoriasR$ 37 mil6,9%
Bira do Pindaré (PT) ficou como suplente de deputado federal pelo Maranhão em 2026, com 41.840 votos, pelo resultado oficial do TSE. Bira do Pindaré (Ubirajara do Pindaré Almeida Sousa) disputou 9 eleições entre 1996 e 2026, para deputado federal, prefeito, deputado estadual, senador e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2018; deputado estadual em 2014 e 2010. A maior votação foi em 2006, para senador por MA: 557.035 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 79,8 milhões empenhados em 29 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 37 municípios; 96% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por MA, declarou R$ 819 mil em receitas: R$ 798 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 22 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 544 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 232 mil), serviços de terceiros (R$ 187 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 70 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 2,5 milhões em 2022 (48% com publicidade por adesivos) e R$ 1,4 milhão em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ubirajara do Pindaré Almeida Sousa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Bira do Pindaré declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: senador por Maranhão em 2006, deputado estadual por Maranhão em 2010 e 2014, deputado federal por Maranhão em 2018, 2022 e 2026, e prefeito em São Luís (MA) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 819 mil em receitas: R$ 798 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 22 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 544 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 232 mil) e serviços de terceiros (R$ 187 mil); R$ 441 mil já foram pagos. Em 2022, 48% dos R$ 2,5 milhões em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2020, R$ 1,4 milhão em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Bira do Pindaré teve R$ 79,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 29 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 37 municípios. Já foram pagos R$ 76,9 milhões (96%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam foram São Luís, Timon e Itapecuru Mirim.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 32,1 milhões | R$ 32,1 milhões | 100% | 3 | 1 |
| 2022 | R$ 18,4 milhões | R$ 18,4 milhões | 100% | 3 | 11 |
| 2021 | R$ 16,3 milhões | R$ 15,5 milhões | 95% | 10 | 25 |
| 2020 | R$ 13 milhões | R$ 9,5 milhões | 73% | 13 | 7 |
| Total | R$ 79,8 milhões | R$ 75,5 milhões | 95% | 29 | 37 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.