G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
GCargo em 2006
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 2006, no Mato Grosso, foram eleitos 8 deputados federais. A maior bancada foi a do PP (2). A maior votação foi de Carlos Abicalil (PT), com 128.851 votos (8,99% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 179.118 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 52.401: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Aptos1.940.270
Compareceram1.549.616
Abstenções390.654
Brancos77.009
Nulos36.859
Válidos1.432.943
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
8 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 7 partidos. A cadeira é aproximadamente ~179.118 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras).
PPPartido Progressista225,00%
233.006 nominais + 8.323 de legenda
PPSPartido Popular Socialista112,50%
256.286 nominais + 15.120 de legenda
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira112,50%
172.409 nominais + 17.331 de legenda
PTPartido dos Trabalhadores112,50%
159.482 nominais + 19.485 de legenda
PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro112,50%
139.491 nominais + 10.601 de legenda
0 pela cota + 1 por sobra
PLPartido Liberal112,50%
100.126 nominais + 4.933 de legenda
PSBPartido Socialista Brasileiro112,50%
52.401 nominais + 1.158 de legenda
0 pela cota + 1 por sobra
Coligação: até 2018 partidos podiam se juntar em uma chapa só, e o quociente era da coligação, não de cada partido. As cadeiras iam para a aliança e depois para os candidatos mais votados dentro dela. Por isso um partido pequeno podia eleger alguém pegando carona no total do grupo. Use Agrupar por coligação acima para ver quem disputou junto. De 2020 em diante isso acabou nas eleições proporcionais; o que existe hoje é a federação, que é permanente: os partidos que se federam ficam obrigados a permanecer juntos por pelo menos 4 anos, valendo para todo o país e durante o mandato, não só para a eleição.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
PPSPartido Popular Socialista271.4061 cadeira
256.286 nominais + 15.120 de legenda · 1,5 quociente
PPPartido Progressista241.3292 cadeiras
233.006 nominais + 8.323 de legenda · 1,3 quociente
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira189.7401 cadeira
172.409 nominais + 17.331 de legenda · 1,1 quociente
PTPartido dos Trabalhadores178.9671 cadeira
159.482 nominais + 19.485 de legenda · 1,0 quociente
PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro150.0921 cadeira
139.491 nominais + 10.601 de legenda · 0,8 quociente
PFL132.483sem cadeira
118.650 nominais + 13.833 de legenda · 0,7 quociente
PLPartido Liberal105.0591 cadeira
100.126 nominais + 4.933 de legenda · 0,6 quociente
PSBPartido Socialista Brasileiro53.5591 cadeira
52.401 nominais + 1.158 de legenda · 0,3 quociente
PTB27.755sem cadeira
25.587 nominais + 2.168 de legenda · 0,2 quociente
PV26.414sem cadeira
25.409 nominais + 1.005 de legenda · 0,1 quociente
PDT20.436sem cadeira
10.945 nominais + 9.491 de legenda · 0,1 quociente