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Henrique Alves

Foto de Henrique Eduardo Lyra Alves
Henrique Alves
Henrique Eduardo Lyra Alves (nome civil)
11 eleições entre 1974 e 2022 · último partido PSB
74 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE

Henrique Alves (Henrique Eduardo Lyra Alves) disputou 11 eleições entre 1974 e 2022, para deputado federal e governador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 9 vezes: deputado federal em 2010, 2006, 2002, 1998, 1994, 1986, 1982, 1978 e 1974. A maior votação foi em 2014, para governador por RN: 734.801 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por RN, declarou R$ 1,5 milhão em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 387 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 280 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 269 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 26,8 milhões em 2014 e R$ 3,4 milhões em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

11.630 votos em 2022 · 11 eleições

A votação de Henrique Eduardo Lyra Alves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalGovernador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 1,5 milhão em receitas · R$ 1,5 milhão em gastos

Henrique Alves declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Norte em 2006, 2010 e 2022, e governador por Rio Grande do Norte em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,5 milhão em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 387 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 280 mil). Em 2014, R$ 26,8 milhões em gastos contratados; em 2010, R$ 3,4 milhões em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 1,5 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 1,5 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 26,8 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,5 milhão
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 387 mil25,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 280 mil18,7%
  • Materiais impressosR$ 269 mil17,9%
  • Serviços advocatíciosR$ 150 mil10,0%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 160 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 414 mil27,6%
2014Governador, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23,2 milhões
doações de pessoas
Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 92% · pessoas menos de 1% · empresas 7% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 26,8 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 9,6 milhões36,0%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 5,3 milhões19,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4,7 milhões17,6%
  • Serviços de terceirosR$ 3,1 milhões11,6%
  • Outras 16 categoriasR$ 4 milhões15,0%
2010Deputado federal, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3,4 milhões
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 75% · pessoas menos de 1% · empresas 24% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 3,4 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 647 mil19,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 536 mil15,9%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 490 mil14,6%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 387 mil11,5%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1,3 milhão38,8%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 733 mil
3 doadores pessoas físicas
partido 48% · pessoas 8% · empresas 24% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 584 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 206 mil35,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 170 mil29,1%
  • Serviços de terceirosR$ 63 mil10,7%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 25 mil4,3%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 120 mil20,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

11 candidaturas · eleito em 2002, 2006 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.