- Materiais impressosR$ 907 mil37,1%
- Serviços de terceirosR$ 380 mil15,5%
- Publicidade por adesivosR$ 342 mil14,0%
- Cessão ou locação de veículosR$ 217 mil8,9%
- Outras 16 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 602 mil24,6%
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João Maia (PP) foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Norte em 2026, com 123.040 votos, pelo resultado oficial do TSE. João Maia (João da Silva Maia) disputou 6 eleições entre 2006 e 2026, para deputado federal e vice-governador. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2026, 2022, 2018, 2010 e 2006. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por RN: 217.854 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 196,5 milhões empenhados em 80 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 107 municípios; 94% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por RN, declarou R$ 2,8 milhões em receitas: R$ 2,6 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário e R$ 56 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2,4 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 907 mil), serviços de terceiros (R$ 380 mil) e publicidade por adesivos (R$ 342 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,9 milhão em 2022 e R$ 2,5 milhões em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de João da Silva Maia em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
João Maia declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Norte em 2006, 2010, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,8 milhões em receitas: R$ 2,6 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário e R$ 56 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2,4 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 907 mil) e serviços de terceiros (R$ 380 mil); R$ 2,4 milhões já foram pagos. Em 2022, R$ 1,9 milhão em gastos; em 2018, R$ 2,5 milhões em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, João Maia teve R$ 196,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 80 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 107 municípios. Já foram pagos R$ 184,3 milhões (94%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (55%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Caicó, Macaíba e Apodi. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 113,8 milhões em 30 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 82,7 milhões em 50 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 38,7 milhões | R$ 31,4 milhões | 81% | 11 | 49 |
| 2025 | R$ 36,9 milhões | R$ 36,2 milhões | 98% | 8 | 57 |
| 2024 | R$ 35,6 milhões | R$ 34,7 milhões | 98% | 10 | 36 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 111,1 milhões | R$ 102,3 milhões | 92% | 29 | 79 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 14/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
O voto