Paulo Salamuni

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Paulo Salamuni
13 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PV
60 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Salamuni disputou 13 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, 1º suplente, vice-prefeito, deputado federal, governador, senador, 2º suplente senador e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: 1º suplente em 2018; vereador de Curitiba em 2012, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2010, para governador por PR: 81.576 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Curitiba/PR, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 38 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 37 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 5 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 50). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 157 mil em 2014 e R$ 41 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

2.279 votos em 2020 · 13 eleições

A votação de Paulo Salamuni em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualSenadorGovernadorDep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 39 mil em receitas · R$ 37 mil em gastos

Paulo Salamuni declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: senador por Paraná em 2006, vereador em Curitiba (PR) em 2008, 2012 e 2020, e deputado federal por Paraná em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 38 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 37 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 5 mil). Em 2014, R$ 157 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 41 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 39 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 37 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 157 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Curitiba (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 39 mil
sem doações de pessoas
FEFC 3% · próprios 97%
Gasto contratado
R$ 37 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 8 mil20,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil12,9%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 500,1%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 25 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 25 mil66,7%
2014Deputado federal, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 157 mil
6 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 12% · pessoas 18% · empresas 3% · próprios 66%
Gasto contratado
R$ 157 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 37 mil23,3%
  • Materiais impressosR$ 35 mil22,1%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 18 mil11,4%
  • Locação de imóveisR$ 15 mil9,5%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 11 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 53 mil33,7%
2012Vereador, Curitiba (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 41 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 22% · pessoas 23% · próprios 56%
Gasto contratado
R$ 41 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12 mil28,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 7 mil17,3%
  • Materiais impressosR$ 6 mil15,4%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 5 mil11,4%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 736 lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil27,6%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Vereador, Curitiba (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 56 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 56% · próprios 44%
Gasto contratado
R$ 56 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 24 mil43,3%
  • Materiais impressosR$ 22 mil39,2%
  • Despesas postaisR$ 7 mil13,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil2,3%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 12 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil2,1%
2006Senador, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
doações de pessoas
pessoas 86% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 31 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 13 mil41,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 6 mil20,5%
  • Despesas postaisR$ 5 mil16,0%
  • Reembolsos de gastos realizados por eleitoresR$ 9773,1%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 652 lançados como "diversas a especificar" e R$ 4 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 6 mil18,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

13 candidaturas · eleito em 2004, 2012 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892