- PessoalR$ 781 mil53,9%
- Materiais impressosR$ 361 mil24,9%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 110 mil7,6%
- Serviços de terceirosR$ 80 mil5,5%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 13 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 117 mil8,1%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gustavo Fruet (Gustavo Bonato Fruet) disputou 9 eleições entre 1996 e 2022, para deputado federal, prefeito, senador e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: deputado federal em 2018, 2006, 2002 e 1998; prefeito de Curitiba em 2012; vereador de Curitiba em 1996. A maior votação foi em 2010, para senador por PR: 2.502.805 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 82 milhões empenhados em 88 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 100 municípios; 86% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para deputado federal por PR, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,4 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com pessoal (R$ 781 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 361 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 110 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 581 mil em 2018 (56% com pessoal) e R$ 2,9 milhões em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Gustavo Bonato Fruet em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Gustavo Fruet declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Paraná em 2006, 2018 e 2022, senador por Paraná em 2010, e prefeito em Curitiba (PR) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,4 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com pessoal (R$ 781 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 361 mil). Em 2018, 56% dos R$ 581 mil em gastos foram com pessoal; em 2016, 40% dos R$ 2,9 milhões em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Gustavo Fruet teve R$ 82 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 88 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 100 municípios. Já foram pagos R$ 70,4 milhões (86%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (53%). As cidades que mais receberam foram Curitiba, Rio Negro e Londrina.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 30,7 milhões | R$ 26,1 milhões | 85% | 16 | 46 |
| 2022 | R$ 18,2 milhões | R$ 16,2 milhões | 89% | 21 | 25 |
| 2021 | R$ 15,8 milhões | R$ 12,2 milhões | 77% | 21 | 42 |
| 2020 | R$ 15,4 milhões | R$ 12,3 milhões | 80% | 24 | 42 |
| Total | R$ 80 milhões | R$ 66,8 milhões | 83% | 82 | 100 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.