Pedrinho (Paulo Pedro Rodrigues) disputou 6 eleições entre 1996 e 2020, para vice-prefeito, prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 6 vezes: vice-prefeito de Tacuru em 2020 e 2008; prefeito de Tacuru em 2012; vereador de Tacuru em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Tacuru/MS: 2.715 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Tacuru/MS, declarou R$ 161 mil em receitas: R$ 131 mil de doações privadas (34 doadores) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 16 mil), pesquisas ou testes eleitorais (R$ 6 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil).
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Evolução da votação nas eleições
2.715 votos em 2012 (eleito) · 6 eleições
A votação de Paulo Pedro Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 161 mil em receitas · R$ 28 mil em gastos contratados
Pedrinho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Tacuru (MS) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 161 mil em receitas: R$ 131 mil de doações privadas (34 doadores) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 16 mil) e pesquisas ou testes eleitorais (R$ 6 mil).
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil6,0%
Outras 1 categoriainclui R$ 640 lançados como "diversas a especificar"R$ 6402,3%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 2012ELEITO2.715LTacuru, Mato Grosso do Sul · 42 anos · Ensino médio completo · Servidor Público Municipal · DEM · nº 25 · ver resultado completo
Coligação: PTB / PMDB / PR / PPS / DEM / PSB / PRP / PT do B
Vice-Prefeito · 2008ELEITO3.358LTacuru, Mato Grosso do Sul · 38 anos · Ensino médio incompleto · Servidor Público Municipal · DEM · nº 22 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Vereador · 2000ELEITO235LTacuru, Mato Grosso do Sul · 30 anos · Ensino médio completo · Servidor Publico Municipal · PSDB · nº 45690 · ver resultado completo
Vereador · 1996ELEITO216LTacuru, Mato Grosso do Sul · 26 anos · Ensino médio completo · Funcionario Publico · PSDB · nº 45601 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.