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Foto de Claudio Rocha Barcelos

Dr Claudio

Claudio Rocha Barcelos (nome civil)
3 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PR
49 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Médico

Dr Claudio (Cláudio Rocha Barcelos) disputou 3 eleições entre 2004 e 2016, para prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Tacuru em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Tacuru/MS: 3.358 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Tacuru/MS, declarou R$ 52 mil em receitas: R$ 52 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 52 mil, principalmente com comícios (R$ 10 mil), militância e mobilização de rua (R$ 6 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 6 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 123 mil, 55% com pessoal.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

2.737 votos em 2016 (anulados) · 3 eleições

A votação de Claudio Rocha Barcelos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 52 mil em receitas · R$ 52 mil em gastos contratados

Dr Claudio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Tacuru (MS) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 52 mil em receitas: R$ 52 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 800 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 52 mil, principalmente com comícios (R$ 10 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 6 mil). Em 2008, 55% dos R$ 123 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2016R$ 52 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 52 milcontratados
Gastos em 2008R$ 123 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Tacuru (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 52 mil
13 doadores pessoas físicas
pessoas 98% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 52 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • ComíciosR$ 10 mil18,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 6 mil11,8%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 6 mil11,3%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil9,2%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 26 mil49,4%
2008Prefeito, Tacuru (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 123 mil
11 doadores pessoas físicas
pessoas 28% · empresas 6% · próprios 66%
Gasto contratado
R$ 123 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 67 mil54,7%
  • Materiais impressosR$ 11 mil8,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil1,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 5650,5%
  • Outras 3 categoriasR$ 42 mil34,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.