- Materiais impressosR$ 57 mil27,3%
- Militância e mobilização de ruaR$ 49 mil23,3%
- Publicidade por adesivosR$ 48 mil22,8%
- Serviços de terceirosR$ 17 mil7,9%
- Outras 6 categoriasR$ 39 mil18,7%
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Ebinho Bernardes (PL) ficou como suplente de deputado estadual por Minas Gerais em 2026, com 14.704 votos, pelo resultado oficial do TSE. Ebinho Bernardes (Weber Bernardes de Andrade) disputou 6 eleições entre 2000 e 2026, para deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Nova Ponte em 2012 e 2004; vereador de Nova Ponte em 2008 e 2000. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por MG: 14.704 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MG, declarou R$ 373 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 220 mil de doações privadas (38 doadores). Os gastos contratados somam R$ 209 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 57 mil), militância e mobilização de rua (R$ 49 mil) e publicidade por adesivos (R$ 48 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 56% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Weber Bernardes de Andrade em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ebinho Bernardes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Nova Ponte (MG) em 2008, e deputado estadual por Minas Gerais em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 373 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 220 mil de doações privadas (38 doadores). Os gastos contratados somam R$ 209 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 57 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 49 mil); R$ 128 mil já foram pagos. Em 2008, 56% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
O voto