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Foto de Lindon Carlos Resende da Cruz

Lindon

Lindon Carlos Resende da Cruz (nome civil)
3 eleições entre 2004 e 2020 · último partido PL
57 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
redes informadas ao TSE

Lindon (Lindon Carlos Resende da Cruz) disputou 3 eleições entre 2004 e 2020, para prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Nova Ponte em 2020, 2016 e 2004. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Nova Ponte/MG: 5.547 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Nova Ponte/MG, declarou R$ 126 mil em receitas: R$ 114 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 121 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 42 mil), publicidade por adesivos (R$ 16 mil) e serviços advocatícios (R$ 15 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 94 mil.

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Evolução da votação nas eleições

5.009 votos em 2020 (eleito) · 3 eleições

A votação de Lindon Carlos Resende da Cruz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 126 mil em receitas · R$ 121 mil em gastos

Lindon declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Nova Ponte (MG) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 126 mil em receitas: R$ 114 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 121 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 42 mil) e publicidade por adesivos (R$ 16 mil). Em 2016, R$ 94 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 126 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 121 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 94 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Nova Ponte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 126 mil
19 doadores pessoas físicas
pessoas 90% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 121 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 42 mil34,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 16 mil13,1%
  • Serviços advocatíciosR$ 15 mil12,4%
  • PessoalR$ 11 mil9,3%
  • Outras 13 categoriasR$ 37 mil30,5%
2016Prefeito, Nova Ponte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 94 mil
12 doadores pessoas físicas
pessoas 11% · próprios 89%
Gasto contratado
R$ 94 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • ComíciosR$ 21 mil22,1%
  • Materiais impressosR$ 19 mil20,3%
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil15,5%
  • Publicidade por carros de somR$ 11 mil12,1%
  • Outras 11 categoriasR$ 28 mil30,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2004, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.