- Militância e mobilização de ruaR$ 108 mil21,9%
- Materiais impressosR$ 99 mil20,1%
- Serviços de terceirosR$ 98 mil19,8%
- Cessão ou locação de veículosR$ 45 mil9,1%
- Outras 10 categoriasR$ 143 mil29,0%
Beth Sahao (PT) ficou como suplente de deputada estadual por São Paulo em 2026, com 66.572 votos, pelo resultado oficial do TSE. Beth Sahao (Elisabeth Sahão) disputou 12 eleições entre 2002 e 2026, para deputada estadual e prefeita. Ela foi eleita 3 vezes: deputada estadual em 2022, 2014 e 2002. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por SP: 66.766 votos. Na Assembleia Legislativa de São Paulo, indicou R$ 66,6 milhões em 396 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 125 municípios; 71% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputada estadual por SP, declarou R$ 812 mil em receitas: R$ 701 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 46 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 40 mil de doações privadas e R$ 26 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 492 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 108 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 99 mil) e serviços de terceiros (R$ 98 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,2 milhão em 2024 e R$ 672 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Elisabeth Sahão em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Beth Sahao declarou receitas e gastos ao TSE em 11 campanhas: deputada estadual por São Paulo em 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026, e prefeita em Catanduva (SP) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 812 mil em receitas: R$ 701 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 46 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 40 mil de doações privadas e R$ 26 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 492 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 108 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 99 mil); R$ 205 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 1,2 milhão em gastos; em 2022, 45% dos R$ 672 mil em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa de São Paulo, Beth Sahao indicou R$ 66,6 milhões em 396 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 125 municípios. Até a coleta de out/2026 na fonte, 71% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Saúde (65%). As cidades que mais receberam foram Cotia, Mauá e Catanduva.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 22,9 milhões | R$ 7,8 milhões | 34% | 148 | 101 |
| 2025 | R$ 22,5 milhões | R$ 19,2 milhões | 85% | 124 | 78 |
| 2024 | R$ 15,6 milhões | R$ 15,1 milhões | 97% | 112 | 77 |
| 2023 | R$ 5,5 milhões | R$ 5 milhões | 91% | 12 | 11 |
| Total | R$ 66,6 milhões | R$ 47,1 milhões | 71% | 396 | 125 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: painel de emendas parlamentares do Governo do Estado de São Paulo, organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Coleta na fonte em out/2026. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.