Professor Lailson

Foto de Lailson de Almeida
Professor Lailson
Lailson de Almeida (nome civil)
5 eleições entre 1994 e 2018 · último partido PSOL
68 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Superior

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Lailson (Lailson de Almeida) disputou 5 eleições entre 1994 e 2018, para senador, 2º suplente senador, deputado federal e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para senador por RN: 15.164 votos. Na campanha de 2018 para senador por RN, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 11 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil), criação e inclusão de páginas na internet (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 58% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

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Evolução da votação nas eleições

7.420 votos em 2018 · 5 eleições

A votação de Lailson de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 18 mil em receitas · R$ 7 mil em gastos

Professor Lailson declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: senador por Rio Grande do Norte em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 11 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 3 mil). Em 2014, 58% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2018R$ 18 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 7 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Recursos próprios
2018Senador, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
sem doações de pessoas
FEFC 60% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 7 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil40,1%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 3 mil37,4%
  • Materiais impressosR$ 1 mil18,7%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 2803,7%
2014Senador, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 57% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil57,9%
  • Materiais impressosR$ 1 mil42,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892