Hugo Manso

Foto de Hugo Manso Júnior
Hugo Manso
Hugo Manso Júnior (nome civil)
12 eleições entre 1986 e 2020 · PT
61 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Superior

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Hugo Manso (Hugo Manso Júnior) disputou 12 eleições entre 1986 e 2020, para vereador, deputado federal, senador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Natal em 2012 e 2000. A maior votação foi em 2010, para senador por RN: 224.125 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Natal/RN, declarou R$ 37 mil em receitas: R$ 19 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil) e publicidade por adesivos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 43 mil em 2016 e R$ 58 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

770 votos em 2020 · 12 eleições

A votação de Hugo Manso Júnior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorSenadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 37 mil em receitas · R$ 30 mil em gastos

Hugo Manso declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: senador por Rio Grande do Norte em 2010, vereador em Natal (RN) em 2012, 2016 e 2020, e deputado federal por Rio Grande do Norte em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 37 mil em receitas: R$ 19 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil). Em 2016, R$ 43 mil em gastos contratados; em 2014, 41% dos R$ 58 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 37 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 30 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 43 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2010 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Natal (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 37 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 53% · partido e outras campanhas 16% · pessoas 12% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 30 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 14 mil47,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil16,9%
  • Publicidade por adesivosR$ 3 mil9,6%
  • AlimentaçãoR$ 3 mil9,5%
  • Outras 5 categoriasR$ 5 mil16,6%
2016Vereador, Natal (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 43 mil
14 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 7% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 51% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 43 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 14 mil32,2%
  • PessoalR$ 7 mil17,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil7,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil6,8%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 650 lançados como "diversas a especificar"R$ 16 mil36,7%
2014Deputado federal, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 57 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 44% · pessoas 34% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 58 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 24 mil41,1%
  • Materiais impressosR$ 17 mil28,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil12,1%
  • Publicidade por carros de somR$ 5 mil8,6%
  • Outras 7 categoriasR$ 5 mil9,3%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, Natal (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 33 mil
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 64% · próprios 31%
Gasto contratado
R$ 22 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 11 mil50,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil20,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil19,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil6,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 8003,6%
2010Senador, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 112 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 87% · pessoas 10% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 112 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 51 mil45,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 21 mil18,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 16 mil14,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10 mil8,9%
  • Outras 6 categoriasR$ 14 mil12,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

12 candidaturas · eleito em 2000 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892