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Sadao Nakai

Foto de Sadao Nakai
Sadao Nakai
5 eleições entre 2008 e 2024 · último partido MDB
63 anos em 2024 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário

Sadao Nakai disputou 5 eleições entre 2008 e 2024, para vice-prefeito, vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Santos em 2016, 2012 e 2008. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SP: 48.738 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Santos/SP, declarou R$ 55 mil em receitas: R$ 284 de outras campanhas, R$ 44 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 55 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil), pessoal (R$ 8 mil) e serviços de terceiros (R$ 7 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 401 mil em 2014 e R$ 105 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

4.978 votos em 2016 (eleito) · 5 eleições

A votação de Sadao Nakai em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 55 mil em receitas · R$ 55 mil em gastos contratados

Sadao Nakai declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Santos (SP) em 2008, 2012 e 2016, e deputado estadual por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 55 mil em receitas: R$ 284 de outras campanhas, R$ 44 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 55 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil) e pessoal (R$ 8 mil). Em 2014, R$ 401 mil em gastos contratados; em 2012, 68% dos R$ 105 mil em gastos contratados foram com publicidade por jornais e revistas.

Receitas em 2016R$ 55 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 55 milcontratados
Gastos em 2014R$ 401 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012, 2014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Santos (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 55 mil
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 79% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 55 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 20 mil35,5%
  • PessoalR$ 8 mil14,5%
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil12,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 6 mil11,6%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 14 mil25,8%
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 400 mil
23 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 59% · empresas 38%
Gasto contratado
R$ 401 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 122 mil30,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 81 mil20,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 48 mil12,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 46 mil11,4%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 440 lançados como "diversas a especificar"R$ 103 mil25,6%
2012Vereador, Santos (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 120 mil
26 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 84% · empresas 10% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 105 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 72 mil68,0%
  • Materiais impressosR$ 16 mil15,0%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 7 mil6,8%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil4,3%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 160 lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil5,8%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Santos (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 58 mil
33 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 91% · empresas 4% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 58 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 28 mil48,1%
  • Materiais impressosR$ 12 mil21,3%
  • PessoalR$ 7 mil12,5%
  • Encargos sociaisR$ 2 mil2,6%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 300 lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil15,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2008, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.