Pastor Ibanês

Foto de Ibanes Taveira da Silva
Pastor Ibanês
Ibanes Taveira da Silva (nome civil)
5 eleições entre 2002 e 2026 · último partido UNIÃO
57 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Administrador
Candidato a 2º Suplente · Pará · Eleições 2026 · UNIÃO · nº 444
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pastor Ibanês (Ibanês Taveira da Silva) disputou 4 eleições entre 2002 e 2018, para senador, 2º suplente e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: 2º suplente em 2014. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PA: 4.958 votos. Em 2026, foi candidato a 2º suplente por PA pelo UNIÃO. Na campanha de 2018 para senador por PA, declarou R$ 8 mil em receitas, de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 13).

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Evolução da votação nas eleições

4.958 votos em 2006 · 5 eleições

A votação de Ibanes Taveira da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 8 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos

Pastor Ibanês declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: senador por Pará em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 8 mil em receitas, de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 13).

Receitas em 2018R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas12018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2018Senador, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
8 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 3 mil99,3%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 130,4%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 11 lançados como "diversas a especificar"R$ 110,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892