67 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Senador
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Rocha (Paulo Roberto Galvão da Rocha) disputou 8 eleições entre 1990 e 2018, para governador, senador e deputado federal. Ele foi eleito 6 vezes: senador em 2014; deputado federal em 2006, 2002, 1998, 1994 e 1990. A maior votação foi em 2010, para senador por PA: 1.733.376 votos, anulados segundo os dados do TSE. No Senado Federal, teve R$ 160 milhões empenhados em 88 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 166 municípios; 93% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para governador por PA, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil do Fundo Partidário e R$ 210 mil de doações privadas (23 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 715 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 327 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 106 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3,3 milhões em 2014 e R$ 1,8 milhão em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
652.923 votos em 2018 · 8 eleições
A votação de Paulo Roberto Galvão da Rocha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2018: R$ 1,4 milhão em receitas · R$ 1,4 milhão em gastos contratados
Paulo Rocha declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Pará em 2006, senador por Pará em 2010 e 2014, e governador por Pará em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil do Fundo Partidário e R$ 210 mil de doações privadas (23 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 715 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 327 mil). Em 2014, R$ 3,3 milhões em gastos contratados; em 2010, 59% dos R$ 1,8 milhão em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2018R$ 1,4 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 1,4 milhãocontratados
Gastos em 2014R$ 3,3 milhõescontratados, campanha encerrada
partido 47% · pessoas 1% · empresas 49% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 406 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 184 mil45,4%
Locação/cessão de bens móveisR$ 66 mil16,2%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 31 mil7,6%
Combustíveis e lubrificantesR$ 30 mil7,4%
Outras 13 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 96 mil23,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
R$ 160 milhões empenhados · 93% pago · 88 emendas em 166 municípios
Senado Federal. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263
No Senado Federal, Paulo Rocha teve R$ 160 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 88 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 166 municípios. Já foram pagos R$ 149,1 milhões (93%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Belém, Igarapé-Miri e Cametá. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 106,4 milhões em 53 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 53,7 milhões em 35 emendas.2
EmpenhadoR$ 160 milhõesorçamentos de 2016 a 2023
PagoR$ 149,1 milhões93% do empenhado, com restos a pagar
Emendas88individuais
Municípios166diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2019 a 2022)
Orçamento
Empenhado
Pago
% pago
Emendas
Municípios
2023
R$ 57,1 milhões
R$ 57,7 milhões
101%
15
50
2022
R$ 17,7 milhões
R$ 17,7 milhões
99%
11
52
2021
R$ 15,6 milhões
R$ 13,5 milhões
87%
11
8
2020
R$ 14,6 milhões
R$ 12,6 milhões
86%
15
33
Legislatura 2019 a 2022
R$ 105 milhões
R$ 101,5 milhões
97%
52
101
Funções que mais receberam (2019 a 2022)
1SaúdeR$ 54,5 milhões51,2%
2Encargos EspeciaisR$ 26 milhões24,4%
3EducaçãoR$ 13,8 milhões12,9%
Municípios que mais receberam (2019 a 2022)
1BelémR$ 18,4 milhões17,3%
2Igarapé-MiriR$ 5,1 milhões4,8%
3CametáR$ 2,1 milhões2,0%
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
2
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
3
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
4
Candidaturas
8 candidaturas · eleito em 2002, 2006 e 2014
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Senador · 2010VOTOS ANULADOSINDEFERIDO COM RECURSO1.733.376GPA · 59 anos · Ensino fundamental completo · Deputado · PT · nº 131 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Coligação: PC do B / PDT / PHS / PP / PR / PRB / PSB / PSC / PT / PT do B / PTB / PTC / PTN / PV
Deputado Federal · 1998ELEITO58.439GPA · 47 anos · Superior incompleto · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PT · nº 1311 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1994ELEITO32.891GPA · 43 anos · Superior incompleto · PT · nº 1311 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
Deputado Federal · 1990ELEITO15.260GPA · 39 anos · PT · nº 1311 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.