- Serviços de terceirosR$ 15 mil62,7%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 3 mil14,0%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil13,1%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil8,4%
- Outras 1 categoriaR$ 4501,9%
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Policarpo (José Policarpo dos Santos) disputou 6 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito, vice-prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Glória em 2004; vice-prefeito de Glória em 2000; vereador de Glória em 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Glória/BA: 4.670 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeito em Glória/BA, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 20 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 15 mil), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 3 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2012 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 65 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jose Policarpo dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Policarpo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Glória (BA) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 20 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 15 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 3 mil). Em 2012, 100% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 65 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Sim. Policarpo foi eleito 3 vezes: prefeito de Glória em 2004; vice-prefeito de Glória em 2000; vereador de Glória em 1996. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Em 2016, para prefeito em Glória/BA, Policarpo teve 4.670 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2016 para prefeito em Glória/BA, Policarpo declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 20 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 15 mil), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 3 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Policarpo declarou ao TSE gastos de R$ 24 mil na campanha de 2016 a prefeito em Glória/BA (gasto contratado declarado), R$ 4 mil na campanha de 2012 a prefeito em Glória/BA (gasto contratado declarado) e R$ 65 mil na campanha de 2008 a prefeito em Glória/BA (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Policarpo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Glória (BA) em 2008, 2012 e 2016.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Policarpo foi em 2004, para prefeito em Glória (BA): 4.377 votos. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Policarpo disputou 6 eleições, de 1996 a 2016: vereador em Glória (BA) em 1996; vice-prefeito em Glória (BA) em 2000 e 2012; prefeito em Glória (BA) em 2004, 2008, 2012 e 2016. Foi eleito 3 vezes. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Policarpo concorreu pelo PFL em 1996, 2000 e 2004, pelo PMDB em 2008, pelo PDT em 2012 e pelo PC do B em 2016. Ver as candidaturas ›
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto