- Materiais impressosR$ 671 mil25,2%
- PessoalR$ 572 mil21,5%
- Cessão ou locação de veículosR$ 171 mil6,4%
- Locação de imóveisR$ 120 mil4,5%
- Outras 17 categoriasinclui R$ 521 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1,1 milhão42,4%

Lapas (Antonio Jorge Pereira Lapas) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para prefeito e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Osasco em 2012; vice-prefeito de Osasco em 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Osasco/SP: 138.625 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Osasco/SP, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 300 mil do Fundo Partidário, R$ 1 milhão de doações privadas (405 doadores) e R$ 60 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,7 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 671 mil), pessoal (R$ 572 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 171 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1,8 milhão.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antonio Jorge Pereira Lapas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Lapas declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Osasco (SP) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 300 mil do Fundo Partidário, R$ 1 milhão de doações privadas (405 doadores) e R$ 60 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,7 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 671 mil) e pessoal (R$ 572 mil). Em 2012, R$ 1,8 milhão em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.