Paulo Albuquerque

Foto de Paulo José de Brito Silva Albuquerque
Paulo Albuquerque
Paulo José de Brito Silva Albuquerque (nome civil)
4 eleições entre 2008 e 2026 · último partido PSD
52 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Médico
Candidato a 1º Suplente · Amapá · Eleições 2026 · PSD · nº 555
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Albuquerque (Paulo José de Brito Silva Albuquerque) disputou 3 eleições entre 2008 e 2018, para 1º suplente e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: 1º suplente em 2018; prefeito de Cutias em 2008. Em 2026, foi candidato a 1º suplente por AP pelo PSD. Na campanha de 2008 para prefeito em Cutias/AP, declarou R$ 41 mil em receitas: R$ 14 mil de outros recursos do partido, R$ 17 mil de doações privadas (9 doadores), R$ 1 mil de empresas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 41 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 7 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 4 mil).

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Evolução da votação nas eleições

1.272 votos em 2008 (eleito) · 4 eleições

A votação de Paulo José de Brito Silva Albuquerque em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 41 mil em receitas · R$ 41 mil em gastos contratados

Paulo Albuquerque declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Cutias (AP) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 41 mil em receitas: R$ 14 mil de outros recursos do partido, R$ 17 mil de doações privadas (9 doadores), R$ 1 mil de empresas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 41 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 7 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil).

Receitas em 2008R$ 41 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 41 milcontratados
Campanhas12008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2008Prefeito, Cutias (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 41 mil
9 doadores pessoas físicas
partido 34% · pessoas 41% · empresas 2% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 41 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil16,6%
  • Materiais impressosR$ 4 mil10,8%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 4 mil8,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1020,3%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 26 mil63,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2008 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892