Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Fernando Bezerra (Fernando Luiz Gonçalves Bezerra) disputou 3 eleições entre 1998 e 2006, para senador e governador. Ele foi eleito 1 vez: senador em 1998. A maior votação foi em 2006, para senador por RN: 634.738 votos. Na campanha de 2006 para senador por RN, declarou R$ 2,8 milhões em receitas: R$ 621 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 150 mil de doações privadas, R$ 995 mil de empresas e R$ 990 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,4 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1,2 milhão), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 373 mil) e serviços de terceiros (R$ 194 mil).
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Evolução da votação nas eleições
634.738 votos em 2006 · 3 eleições
A votação de Fernando Luiz Gonçalves Bezerra em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2006: R$ 2,8 milhões em receitas · R$ 2,4 milhões em gastos contratados
Fernando Bezerra declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: senador por Rio Grande do Norte em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 2,8 milhões em receitas: R$ 621 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 150 mil de doações privadas, R$ 995 mil de empresas e R$ 990 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,4 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1,2 milhão) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 373 mil).
partido e outras campanhas 23% · pessoas 5% · empresas 36% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 2,4 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 1,2 milhão49,4%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 373 mil15,4%
Serviços de terceirosR$ 194 mil8,0%
Combustíveis e lubrificantesR$ 129 mil5,3%
Outras 17 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 530 mil21,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.