- Publicidade por carros de somR$ 139 mil32,9%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 61 mil14,4%
- Materiais impressosR$ 49 mil11,6%
- Serviços de terceirosR$ 49 mil11,5%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 37 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 125 mil29,6%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Agnelo (Agnelo Alves) disputou 6 eleições entre 1996 e 2014, para deputado estadual, prefeito e 1º suplente senador. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2014 e 2010; prefeito de Parnamirim em 2004 e 2000; 1º suplente senador em 1998. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Parnamirim/RN: 43.400 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por RN, declarou R$ 423 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Partidário, R$ 310 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas, R$ 40 mil de empresas e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 422 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 139 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 61 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 49 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 260 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Agnelo Alves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Agnelo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Norte em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 423 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Partidário, R$ 310 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas, R$ 40 mil de empresas e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 422 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 139 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 61 mil). Em 2010, R$ 260 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.