Agnelo

Foto de Agnelo Alves
Agnelo
Agnelo Alves (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2014 · último partido PDT
78 anos em 2014 · Masculino · Lê e escreve
Deputado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Agnelo (Agnelo Alves) disputou 6 eleições entre 1996 e 2014, para deputado estadual, prefeito e 1º suplente senador. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2014 e 2010; prefeito de Parnamirim em 2004 e 2000; 1º suplente senador em 1998. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Parnamirim/RN: 43.400 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por RN, declarou R$ 423 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Partidário, R$ 310 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas, R$ 40 mil de empresas e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 422 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 139 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 61 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 49 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 260 mil.

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Evolução da votação nas eleições

37.768 votos em 2014 (eleito) · 6 eleições

A votação de Agnelo Alves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoSenadorDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 423 mil em receitas · R$ 422 mil em gastos contratados

Agnelo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Norte em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 423 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Partidário, R$ 310 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas, R$ 40 mil de empresas e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 422 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 139 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 61 mil). Em 2010, R$ 260 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 423 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 422 milcontratados
Gastos em 2010R$ 260 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 423 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 9% · partido e outras campanhas 73% · pessoas menos de 1% · empresas 9% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 422 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 139 mil32,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 61 mil14,4%
  • Materiais impressosR$ 49 mil11,6%
  • Serviços de terceirosR$ 49 mil11,5%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 37 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 125 mil29,6%
2010Deputado estadual, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 260 mil
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 13% · pessoas 16% · empresas 27% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 260 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 84 mil32,3%
  • Materiais impressosR$ 37 mil14,4%
  • PessoalR$ 18 mil7,1%
  • Publicidade por telemarketingR$ 8 mil3,0%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 11 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 113 mil43,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2004, 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892