Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Firmino Filho (Firmino da Silveira Soares Filho) disputou 7 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito, deputado estadual, vereador e governador. Ele foi eleito 6 vezes: prefeito de Teresina em 2016, 2012, 2000 e 1996; deputado estadual em 2010; vereador de Teresina em 2008. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Teresina/PI: 220.042 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Teresina/PI, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 595 mil do Fundo Partidário e R$ 777 mil de doações privadas (179 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 750 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 168 mil) e serviços de terceiros (R$ 83 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,8 milhões em 2012 e R$ 488 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
220.042 votos em 2016 (eleito) · 7 eleições
A votação de Firmino da Silveira Soares Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 1,4 milhão em receitas · R$ 1,4 milhão em gastos contratados
Firmino Filho declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: governador por Piauí em 2006, vereador em Teresina (PI) em 2008, deputado estadual por Piauí em 2010, e prefeito em Teresina (PI) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 595 mil do Fundo Partidário e R$ 777 mil de doações privadas (179 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 750 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 168 mil). Em 2012, R$ 2,8 milhões em gastos contratados; em 2010, R$ 488 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 1,4 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 1,4 milhãocontratados
Gastos em 2012R$ 2,8 milhõescontratados, campanha encerrada
partido menos de 1% · pessoas 8% · empresas 83% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 232 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 76 mil32,7%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 50 mil21,5%
Serviços de terceirosR$ 25 mil10,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil3,4%
Outras 6 categoriasR$ 73 mil31,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.