Marcos Silva

Marcos Silva
Marcos Tavares Silva (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2008 · PMDB
59 anos em 2008 · Masculino · Superior incompleto
Servidor Público Federal
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcos Silva (Marcos Tavares Silva) disputou 6 eleições entre 1996 e 2008, para vice-prefeito, deputado estadual, 1º suplente senador e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: 1º suplente senador em 1998; vereador de Teresina em 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PI: 5.182 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por PI, declarou R$ 114 mil em receitas: R$ 500 de outras campanhas, R$ 47 mil de doações privadas (22 doadores), R$ 10 mil de empresas e R$ 56 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 114 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 16 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 16 mil).

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Evolução da votação nas eleições

5.182 votos em 2006 · 6 eleições

A votação de Marcos Tavares Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorSenadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2006: R$ 114 mil em receitas · R$ 114 mil em gastos contratados

Marcos Silva declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Piauí em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 114 mil em receitas: R$ 500 de outras campanhas, R$ 47 mil de doações privadas (22 doadores), R$ 10 mil de empresas e R$ 56 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 114 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 16 mil).

Receitas em 2006R$ 114 milcampanha encerrada
Gastos em 2006R$ 114 milcontratados
Campanhas12006

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2006Deputado estadual, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 114 mil
22 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 42% · empresas 9% · próprios 49%
Gasto contratado
R$ 114 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 20 mil17,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 16 mil14,0%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 16 mil13,8%
  • Despesas postaisR$ 13 mil11,0%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 50 mil43,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 1996 e 1998

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892