Daniel Vilela declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Goiânia (GO) em 2008, deputado estadual por Goiás em 2010, deputado federal por Goiás em 2014, e governador por Goiás em 2018 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 9,4 milhões em receitas: R$ 7,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 30 mil do Fundo Partidário, R$ 850 mil de outros recursos do partido e R$ 1,4 milhão de doações privadas (13 doadores). Os gastos contratados somam R$ 7,7 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2,8 milhões) e pessoal (R$ 948 mil); R$ 7,3 milhões já foram pagos. Em 2018, R$ 5,4 milhões em gastos contratados; em 2014, 50% dos R$ 4 milhões em gastos contratados foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 9,4 milhõesparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 7,7 milhõescontratados, parcial; R$ 7,3 milhões pagos
Gastos em 2018R$ 5,4 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2026
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Fundo Partidário
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 9,4 milhões
13 doadores pessoas físicas
FEFC 75% · Fundo Partidário menos de 1% · partido 9% · pessoas 15%
Gasto contratado
R$ 7,7 milhões
pago até agora: R$ 7,3 milhões (95%)
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2,8 milhões35,5%
- PessoalR$ 948 mil12,2%
- Publicidade por carros de somR$ 727 mil9,4%
- Transporte ou deslocamentoR$ 702 mil9,1%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2,6 milhões33,8%
Arrecadado
R$ 5,6 milhões
21 doadores pessoas físicas
FEFC 86% · partido e outras campanhas 4% · pessoas 9% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 5,4 milhões
pago: R$ 5,4 milhões (99%)
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,7 milhão32,3%
- Militância e mobilização de ruaR$ 564 mil10,5%
- Materiais impressosR$ 443 mil8,2%
- Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 365 mil6,8%
- Outras 17 categoriasinclui R$ 47 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 910 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 2,3 milhões42,2%
Arrecadado
R$ 4 milhões
25 doadores pessoas físicas
partido 2% · pessoas 21% · empresas 77%
Gasto contratado
R$ 4 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
- PessoalR$ 2 milhões50,2%
- Materiais impressosR$ 750 mil18,7%
- Publicidade por carros de somR$ 567 mil14,1%
- Cessão ou locação de veículosR$ 238 mil5,9%
- Outras 19 categoriasinclui R$ 16 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 443 mil11,0%
Ver as 2 campanhas anteriores
Arrecadado
R$ 1 milhão
26 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 21% · empresas 74% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
- PessoalR$ 535 mil53,1%
- Cessão ou locação de veículosR$ 124 mil12,3%
- Materiais impressosR$ 95 mil9,5%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 60 mil5,9%
- Outras 15 categoriasinclui R$ 595 lançados como "diversas a especificar"R$ 194 mil19,2%
Arrecadado
R$ 283 mil
25 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 42% · empresas 58%
Gasto contratado
R$ 283 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- PessoalR$ 65 mil23,0%
- Materiais impressosR$ 45 mil15,9%
- TelefoneR$ 10 mil3,6%
- Publicidade por carros de somR$ 8 mil2,7%
- Outras 18 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 155 mil54,8%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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