Antonio José de Moraes Souza Filho

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Antonio José de Moraes Souza Filho
7 eleições entre 1996 e 2018 · último partido PSDB
48 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Empresário
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Zé Filho (Antonio José de Moraes Souza Filho) disputou 7 eleições entre 1996 e 2018, para deputado estadual, governador, vice-governador e prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: vice-governador em 2010; deputado estadual em 2006 e 2002; prefeito de Parnaíba em 1996. A maior votação foi em 2014, para governador por PI: 555.201 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por PI, declarou R$ 449 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Partidário, R$ 134 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 78 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 167 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 344 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 206 mil), serviços de terceiros (R$ 56 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 38 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 6,8 milhões em 2014 (58% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 200 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

29.100 votos em 2018 · 7 eleições

A votação de Antonio José de Moraes Souza Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 449 mil em receitas · R$ 344 mil em gastos

Zé Filho declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Piauí em 2006 e 2018, vice-governador por Piauí em 2010, e governador por Piauí em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 449 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Partidário, R$ 134 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 78 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 167 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 344 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 206 mil) e serviços de terceiros (R$ 56 mil). Em 2014, 58% dos R$ 6,8 milhões em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2006, R$ 200 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 449 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 344 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 6,8 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 449 mil
12 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 16% · partido e outras campanhas 30% · pessoas 17% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 344 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 206 mil60,0%
  • Serviços de terceirosR$ 56 mil16,4%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil1,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil0,3%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 77 mil22,3%
2014Governador, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6,8 milhões
361 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 10% · empresas 88% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 6,8 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 637 mil9,4%
  • Serviços de terceirosR$ 578 mil8,5%
  • PessoalR$ 127 mil1,9%
  • Materiais impressosR$ 110 mil1,6%
  • Locação de imóveisR$ 40 mil0,6%
  • Outras 29 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 5,3 milhões78,0%
2010Vice-governador, Piauí
Arrecadado
R$ 189 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 46% · próprios 54%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 200 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 26% · empresas 2% · próprios 72%
Gasto contratado
R$ 200 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 33 mil16,7%
  • Materiais impressosR$ 30 mil15,2%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 19 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 136 mil68,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2002, 2006 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Antonio José de Moraes Souza Filho (Zé Filho): candidaturas e votos · Radar do Voto