Luciana Barbosa de Oliveira Santos

Foto de Luciana Barbosa de Oliveira Santos
Luciana Barbosa de Oliveira Santos
10 eleições entre 1994 e 2022 · último partido PC do B
57 anos em 2022 · Feminino · Superior completo
Engenheiro
redes informadas ao TSE
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Luciana Santos (Luciana Barbosa de Oliveira Santos) disputou 10 eleições entre 1994 e 2022, para vice-governadora, prefeita, deputada federal e deputada estadual. Ela foi eleita 6 vezes: vice-governadora em 2018; deputada federal em 2014 e 2010; prefeita de Olinda em 2004 e 2000; deputada estadual em 1998. A maior votação foi em 2004, para prefeita em Olinda/PE: 121.483 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 45,2 milhões empenhados em 72 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 47 municípios; 72% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2016 para prefeita em Olinda/PE, declarou R$ 318 mil em receitas: R$ 135 mil do Fundo Partidário, R$ 168 mil de doações privadas (74 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 445 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 330 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 72 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,3 milhões em 2014 e R$ 1,4 milhão em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

32.929 votos em 2016 · 10 eleições

A votação de Luciana Barbosa de Oliveira Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoDep. FederalGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 318 mil em receitas · R$ 1,1 milhão em gastos contratados

Luciana Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada federal por Pernambuco em 2010 e 2014, e prefeita em Olinda (PE) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 318 mil em receitas: R$ 135 mil do Fundo Partidário, R$ 168 mil de doações privadas (74 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 445 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 330 mil). Em 2014, R$ 2,3 milhões em gastos contratados; em 2010, R$ 1,4 milhão em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 318 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 1,1 milhãocontratados
Gastos em 2014R$ 2,3 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas32010, 2014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeita, Olinda (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 318 mil
74 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
Fundo Partidário 42% · pessoas 53% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 445 mil41,7%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 41 mil3,9%
  • PessoalR$ 39 mil3,6%
  • Serviços de terceirosR$ 38 mil3,5%
  • Outras 9 categoriasR$ 505 mil47,3%
2014Deputada federal, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 milhões
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 5% · partido 72% · pessoas menos de 1% · empresas 22%
Gasto contratado
R$ 2,3 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 644 mil27,7%
  • PessoalR$ 145 mil6,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 104 mil4,5%
  • Materiais impressosR$ 98 mil4,2%
  • Locação de imóveisR$ 24 mil1,1%
  • Outras 19 categoriasinclui R$ 32 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1,3 milhão56,2%
2010Deputada federal, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,4 milhão
16 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 94% · pessoas 6%
Gasto contratado
R$ 1,4 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 320 mil23,0%
  • Serviços de terceirosR$ 200 mil14,4%
  • Locação de imóveisR$ 13 mil0,9%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 50 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 859 mil61,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 45,2 milhões empenhados · 72% pago · 72 emendas em 47 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 28/09/20263

Na Câmara dos Deputados, Luciana Santos teve R$ 45,2 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 72 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 47 municípios. Já foram pagos R$ 32,3 milhões (72%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (57%). As cidades que mais receberam foram Recife, Olinda e Correntes.2

EmpenhadoR$ 45,2 milhõesorçamentos de 2016 a 2019
PagoR$ 32,3 milhões72% do empenhado, com restos a pagar
Emendas72individuais
Municípios47diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2019R$ 11,3 milhõesR$ 8,4 milhões74%198
2018R$ 12,4 milhõesR$ 9,1 milhões74%1930
2017R$ 11,3 milhõesR$ 5,9 milhões52%177
2016R$ 10 milhõesR$ 8,7 milhões87%1711
TotalR$ 45 milhõesR$ 32,1 milhões71%7247

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 25,9 milhões57,3%
  2. 2EducaçãoR$ 6,1 milhões13,4%
  3. 3UrbanismoR$ 4,9 milhões10,8%

Municípios que mais receberam

  1. 1RecifeR$ 6 milhões13,3%
  2. 2OlindaR$ 4,8 milhões10,7%
  3. 3CorrentesR$ 1,1 milhão2,4%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

10 candidaturas · eleita em 2010, 2014 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885