- Materiais impressosR$ 1,9 milhão64,9%
- Serviços de terceirosR$ 182 mil6,3%
- Militância e mobilização de ruaR$ 172 mil5,9%
- Locação de imóveisR$ 167 mil5,7%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 23 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 499 mil17,2%
Segundo o Radar do Voto, Cacá Leão (PP) ficou como suplente de deputado federal pela Bahia em 2026, com 80.304 votos, pelo resultado oficial do TSE. Cacá Leão (Carlos Felipe Vazquez de Souza Leão) disputou 6 eleições entre 2004 e 2026, para deputado federal, senador, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2018 e 2014; deputado estadual em 2010. A maior votação foi em 2022, para senador por BA: 1.826.218 votos. No Senado Federal, teve R$ 135,7 milhões empenhados em 74 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 161 municípios; 95% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por BA, declarou R$ 2,9 milhões em receitas: R$ 1,9 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil do Fundo Partidário e R$ 975 mil de doações privadas (9 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2,9 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1,9 milhão), serviços de terceiros (R$ 182 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 172 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 4,2 milhões em 2022 e R$ 2,2 milhões em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Carlos Felipe Vazquez de Souza Leão em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Cacá Leão declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2010, deputado federal por Bahia em 2014, 2018 e 2026, e senador por Bahia em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,9 milhões em receitas: R$ 1,9 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil do Fundo Partidário e R$ 975 mil de doações privadas (9 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2,9 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1,9 milhão) e serviços de terceiros (R$ 182 mil); R$ 2,8 milhões já foram pagos. Em 2022, R$ 4,2 milhões em gastos; em 2018, R$ 2,2 milhões em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Cacá Leão teve R$ 135,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 74 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 161 municípios. Já foram pagos R$ 129,2 milhões (95%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (55%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Camaçari, Tapiramutá e Itaberaba. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 81,8 milhões em 24 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 53,9 milhões em 50 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 31,1 milhões | R$ 31,5 milhões | 101% | 6 | 63 |
| 2022 | R$ 18,2 milhões | R$ 18,2 milhões | 99% | 5 | 27 |
| 2021 | R$ 16 milhões | R$ 16 milhões | 100% | 3 | 6 |
| 2020 | R$ 15,8 milhões | R$ 13 milhões | 82% | 10 | 27 |
| Legislatura 2019 a 2022 | R$ 81,1 milhões | R$ 78,6 milhões | 97% | 24 | 96 |
Funções que mais receberam (2019 a 2022)
Municípios que mais receberam (2019 a 2022)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.