Ronaldo Carletto

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Ronaldo Carletto
7 eleições entre 2002 e 2026 · último partido AVANTE
66 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
Candidato a 1º Suplente · Bahia · Eleições 2026 · AVANTE · nº 133
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ronaldo Carletto disputou 6 eleições entre 2002 e 2022, para 1º suplente, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2018 e 2014; deputado estadual em 2010, 2006 e 2002. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por BA: 148.628 votos. Em 2026, foi candidato a 1º suplente por BA pelo AVANTE. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 137,5 milhões empenhados em 76 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 102 municípios; 94% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para deputado federal por BA, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 233 de outras campanhas e R$ 326 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 741 mil), pessoal (R$ 341 mil) e locação de imóveis (R$ 116 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 906 mil em 2014 e R$ 495 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

118.097 votos em 2018 (eleito) · 7 eleições

A votação de Ronaldo Carletto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 1,6 milhão em receitas · R$ 1,6 milhão em gastos

Ronaldo Carletto declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2006 e 2010, e deputado federal por Bahia em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 233 de outras campanhas e R$ 326 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 741 mil) e pessoal (R$ 341 mil). Em 2014, R$ 906 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 495 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 1,6 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 1,6 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 906 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,6 milhão
sem doações de pessoas
FEFC 80% · partido e outras campanhas menos de 1% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 1,6 milhão
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 741 mil45,2%
  • PessoalR$ 341 mil20,8%
  • Locação de imóveisR$ 116 mil7,1%
  • Serviços de terceirosR$ 108 mil6,6%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 295 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 335 mil20,4%
2014Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 906 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 44% · partido e outras campanhas 4% · pessoas menos de 1% · empresas 40% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 906 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 244 mil26,9%
  • Serviços de terceirosR$ 223 mil24,6%
  • Materiais impressosR$ 153 mil16,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 122 mil13,5%
  • Outras 8 categoriasR$ 164 mil18,1%
2010Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 495 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 6% · empresas 94% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 495 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 183 mil37,0%
  • PessoalR$ 80 mil16,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 77 mil15,6%
  • Serviços de terceirosR$ 55 mil11,1%
  • Outras 5 categoriasR$ 100 mil20,2%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 439 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 5% · empresas 84% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 439 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 133 mil30,4%
  • Materiais impressosR$ 91 mil20,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 57 mil13,1%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 40 mil9,1%
  • Outras 8 categoriasR$ 117 mil26,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 137,5 milhões empenhados · 94% pago · 76 emendas em 102 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263

Na Câmara dos Deputados, Ronaldo Carletto teve R$ 137,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 76 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 102 municípios. Já foram pagos R$ 129,5 milhões (94%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Coração de Maria, Nova Itarana e Marcionílio Souza. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 82,6 milhões em 34 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 54,9 milhões em 42 emendas.2

EmpenhadoR$ 137,5 milhõesorçamentos de 2016 a 2023
PagoR$ 129,5 milhões94% do empenhado, com restos a pagar
Emendas76individuais
Municípios102diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2019 a 2022)
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2023R$ 32,1 milhõesR$ 32,1 milhões100%85
2022R$ 18,4 milhõesR$ 18 milhões98%317
2021R$ 16,1 milhõesR$ 16 milhões99%715
2020R$ 15,8 milhõesR$ 15,3 milhões97%1536
Legislatura 2019 a 2022R$ 82,4 milhõesR$ 81,4 milhões99%3358

Funções que mais receberam (2019 a 2022)

  1. 1SaúdeR$ 42,1 milhões50,9%
  2. 2Encargos EspeciaisR$ 30,2 milhões36,6%
  3. 3UrbanismoR$ 5,9 milhões7,1%

Municípios que mais receberam (2019 a 2022)

  1. 1Coração de MariaR$ 9 milhões10,9%
  2. 2Nova ItaranaR$ 4,4 milhões5,4%
  3. 3Marcionílio SouzaR$ 3,6 milhões4,4%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2010, 2014 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892