15 eleições entre 1954 e 2018 · último partido MDB
82 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Senador
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Zé Maranhão (José Targino Maranhão) disputou 15 eleições entre 1954 e 2018, para governador, senador, prefeito, vice-governador, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 11 vezes: senador em 2014 e 2002; governador em 1998; vice-governador em 1994; deputado federal em 1990, 1986 e 1982; deputado estadual em 1966, 1962, 1958 e 1954. A maior votação foi em 2006, para governador por PB: 950.269 votos. No Senado Federal, teve R$ 70,9 milhões empenhados em 53 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2020, para 119 municípios; 84% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para governador por PB, declarou R$ 4,2 milhões em receitas: R$ 3,4 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 51 mil de outras campanhas, R$ 35 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 754 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5,3 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2,6 milhões), militância e mobilização de rua (R$ 769 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 613 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4,2 milhões em 2014 e R$ 1,4 milhão em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
335.604 votos em 2018 · 15 eleições
A votação de José Targino Maranhão em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualDep. FederalGovernadorSenadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 4,2 milhões em receitas · R$ 5,3 milhões em gastos contratados
Zé Maranhão declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: governador por Paraíba em 2006, 2010 e 2018, prefeito em João Pessoa (PB) em 2012, e senador por Paraíba em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 4,2 milhões em receitas: R$ 3,4 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 51 mil de outras campanhas, R$ 35 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 754 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5,3 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2,6 milhões) e militância e mobilização de rua (R$ 769 mil). Em 2014, R$ 4,2 milhões em gastos contratados; em 2012, 48% dos R$ 1,4 milhão em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
Receitas em 2018R$ 4,2 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 5,3 milhõescontratados
Gastos em 2014R$ 4,2 milhõescontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 17% · pessoas menos de 1% · empresas 58% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 2,8 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 844 mil30,3%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 384 mil13,8%
Locação/cessão de bens móveisR$ 355 mil12,8%
Serviços de terceirosR$ 293 mil10,5%
Outras 18 categoriasinclui R$ 167 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 908 mil32,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
R$ 70,9 milhões empenhados · 84% pago · 53 emendas em 119 municípios
Senado Federal. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263
No Senado Federal, Zé Maranhão teve R$ 70,9 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 53 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2020, para 119 municípios. Já foram pagos R$ 59,4 milhões (84%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (52%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Cabedelo, Campina Grande e Conde. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 15,9 milhões em 8 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 55 milhões em 45 emendas.2
EmpenhadoR$ 70,9 milhõesorçamentos de 2016 a 2020
PagoR$ 59,4 milhões84% do empenhado, com restos a pagar
Emendas53individuais
Municípios119diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2019 a 2022)
Orçamento
Empenhado
Pago
% pago
Emendas
Municípios
2020
R$ 15,9 milhões
R$ 9,7 milhões
61%
8
18
Funções que mais receberam (2019 a 2022)
1SaúdeR$ 8,3 milhões52,4%
2Gestão AmbientalR$ 5,5 milhões34,6%
3EducaçãoR$ 1,8 milhão11,1%
Municípios que mais receberam (2019 a 2022)
1CabedeloR$ 5,4 milhões33,8%
2Campina GrandeR$ 400 mil2,5%
3CondeR$ 300 mil1,9%
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
2
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
3
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
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Candidaturas
15 candidaturas · eleito em 1998, 2002 e 2014
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Governador · 2018NÃO ELEITO335.604GPB · 82 anos · Parda · Superior completo · Senador · MDB · nº 15 · ver resultado completo
Governador · 1998ELEITO877.852GPB · 62 anos · Superior completo · Membros do Poder Executivo: Presidente, Ministro, Governador, Prefeito · PMDB · nº 15 · ver resultado completo
Vice-Governador · 1994ELEITO2º TURNO781.349GPB · 58 anos · Superior completo · Advogado · PMDB · nº 155 · 1º turno: 525.396 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Deputado Federal · 1990ELEITO25.860GPB · 54 anos · PMDB · nº 1555 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
Deputado Federal · 1986ELEITO47.873GPB · 50 anos · PMDB · nº 1555 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
Deputado Federal · 1982ELEITO41.819GPB · 46 anos · PMDB · ver resultado completoCâmara dos Deputados
Deputado Estadual · 1966ELEITO4.830GPB · 30 anos · MDB · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1962ELEITO3.510GPB · 26 anos · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1958ELEITO2.947GPB · 22 anos · PSP · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1954ELEITO3.153GPB · 18 anos · PTB · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.