- Materiais impressosR$ 130 mil48,5%
- PessoalR$ 66 mil24,5%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 45 mil16,7%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil3,8%
- Outras 4 categoriasR$ 18 mil6,5%
Segundo o Radar do Voto, Antonio Gomide (PT) foi eleito deputado estadual por Goiás em 2026, com 51.747 votos, pelo resultado oficial do TSE. Antonio Gomide (Antônio Roberto Otoni Gomide) disputou 15 eleições entre 1990 e 2026, para deputado estadual, prefeito, vereador, governador e deputado federal. Ele foi eleito 9 vezes: deputado estadual em 2026, 2022 e 2018; vereador de Anápolis em 2016, 2004, 2000 e 1996; prefeito de Anápolis em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2014, para governador por GO: 319.233 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, indicou R$ 23,8 milhões em 337 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2025, para 94 municípios; 88% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por GO, declarou R$ 330 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil do Fundo Partidário, R$ 29 mil de outras campanhas, R$ 21 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 269 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 130 mil), pessoal (R$ 66 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 45 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,2 milhão em 2024 (47% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 202 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antonio Roberto Otoni Gomide em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Antonio Gomide declarou receitas e gastos ao TSE em 10 campanhas: deputado estadual por Goiás em 2006, 2018, 2022 e 2026, prefeito em Anápolis (GO) em 2008, 2012, 2020 e 2024, governador por Goiás em 2014, e vereador em Anápolis (GO) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 330 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil do Fundo Partidário, R$ 29 mil de outras campanhas, R$ 21 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 269 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 130 mil) e pessoal (R$ 66 mil); R$ 119 mil já foram pagos. Em 2024, 47% dos R$ 1,2 milhão em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2022, R$ 202 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, Antonio Gomide indicou R$ 23,8 milhões em 337 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2025, para 94 municípios. Até a coleta na fonte, 88% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Gab. Secretário de Estado da Educação (46%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Anápolis, Goiânia e Iporá. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 13,2 milhões em 124 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 10,6 milhões em 213 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2025 | R$ 2,2 milhões | R$ 55 mil | 3% | 13 | 7 |
| 2024 | R$ 11 milhões | R$ 11 milhões | 100% | 111 | 49 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 13,2 milhões | R$ 11,1 milhões | 84% | 124 | 50 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Governo de Goias — Portal da Transparencia / SIOFI (Emendas Parlamentares Impositivas), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo de Goiás e a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo de Goiás e a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.