Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Tayrone (Tayrone de Martino Gomes) disputou 3 eleições entre 2012 e 2022, para deputado estadual, vice-governador e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Goiânia em 2012. A maior votação foi em 2012, para vereador em Goiânia/GO: 5.987 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por GO, declarou R$ 683 mil em receitas: R$ 561 mil de doações privadas (31 doadores) e R$ 122 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 507 mil, principalmente com correspondências e despesas postais (R$ 233 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 151 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 25 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 101 mil, 55% com publicidade por materiais impressos.
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Evolução da votação nas eleições
4.185 votos em 2022 · 3 eleições
A votação de Tayrone de Martino Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorGovernadorDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 683 mil em receitas · R$ 507 mil em gastos
Tayrone declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Goiânia (GO) em 2012, e deputado estadual por Goiás em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 683 mil em receitas: R$ 561 mil de doações privadas (31 doadores) e R$ 122 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 507 mil, principalmente com correspondências e despesas postais (R$ 233 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 151 mil). Em 2012, 55% dos R$ 101 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2022R$ 683 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 507 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 101 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 2% · pessoas 14% · empresas 61% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 101 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 56 mil55,3%
Correspondências e despesas postaisR$ 15 mil14,4%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10 mil9,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil8,9%
Outras 7 categoriasR$ 12 mil11,6%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 20224.185não eleitoGGO · 39 anos · Branca · Superior completo · Advogado · PMB · nº 35777 · ver resultado completoprestação de contas
Vice-Governador · 2014NÃO ELEITO0GGO · 31 anos · Branca · Superior completo · Vereador · PT · nº 13 · situação constava como inapto nos dados do TSE · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.