Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ronaldo Lessa (Ronaldo Augusto Lessa Santos) disputou 12 eleições entre 1982 e 2022, para vice-governador, vice-prefeito, deputado federal, prefeito, governador, senador e deputado estadual. Ele foi eleito 6 vezes: vice-governador em 2022; vice-prefeito de Maceió em 2020; deputado federal em 2014; governador em 2002 e 1998; deputado estadual em 1982. A maior votação foi em 2010, para governador por AL: 638.762 votos. Em 2026, foi candidato a 2º suplente por AL pelo PDT (situação do registro nos dados do TSE: renúncia). Na Câmara dos Deputados, teve R$ 55,3 milhões empenhados em 37 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 44 municípios; 73% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para deputado federal por AL, declarou R$ 648 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 45 mil de doações privadas (9 doadores). Os gastos contratados somam R$ 621 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 312 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 92 mil) e publicidade por adesivos (R$ 48 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,8 milhão em 2014 e R$ 1,8 milhão em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
55.474 votos em 2018 · 13 eleições
A votação de Ronaldo Augusto Lessa Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualGovernadorSenadorDep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 648 mil em receitas · R$ 621 mil em gastos
Ronaldo Lessa declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: senador por Alagoas em 2006, governador por Alagoas em 2010, prefeito em Maceió (AL) em 2012, e deputado federal por Alagoas em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 648 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 45 mil de doações privadas (9 doadores). Os gastos contratados somam R$ 621 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 312 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 92 mil). Em 2014, R$ 1,8 milhão em gastos contratados; em 2012, R$ 1,8 milhão em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 648 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 621 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 1,8 milhãocontratados, campanha encerrada
pessoas 1% · empresas 96% · próprios menos de 1% · outras 2%
Gasto contratado
R$ 1,3 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 285 mil21,2%
Serviços de terceirosR$ 179 mil13,3%
Locação/cessão de bens móveisR$ 161 mil12,0%
Materiais impressosR$ 103 mil7,6%
Outras 21 categoriasinclui R$ 25 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 617 mil45,9%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
R$ 55,3 milhões empenhados · 73% pago · 37 emendas em 44 municípios
Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263
Na Câmara dos Deputados, Ronaldo Lessa teve R$ 55,3 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 37 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 44 municípios. Já foram pagos R$ 40,4 milhões (73%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (54%). As cidades que mais receberam foram Arapiraca, Maceió e Penedo.2
EmpenhadoR$ 55,3 milhõesorçamentos de 2016 a 2019
PagoR$ 40,4 milhões73% do empenhado, com restos a pagar
Emendas37individuais
Municípios44diferentes
Por ano do orçamento
Orçamento
Empenhado
Pago
% pago
Emendas
Municípios
2019
R$ 15,3 milhões
R$ 10,2 milhões
66%
7
16
2018
R$ 14,4 milhões
R$ 10,4 milhões
72%
11
16
2017
R$ 12,3 milhões
R$ 10,6 milhões
86%
8
9
2016
R$ 13,2 milhões
R$ 8,5 milhões
65%
10
11
Total
R$ 55,2 milhões
R$ 39,6 milhões
72%
36
44
Funções que mais receberam
1SaúdeR$ 29,7 milhões53,6%
2UrbanismoR$ 14 milhões25,3%
3Comércio e ServiçosR$ 5 milhões9,1%
Municípios que mais receberam
1ArapiracaR$ 5,7 milhões10,3%
2MaceióR$ 5 milhões9,0%
3PenedoR$ 2,2 milhões4,0%
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
2
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
3
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
4
Candidaturas
13 candidaturas · eleito em 2014, 2020 e 2022
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
2º Suplente · 2026Renúncia—GAL · 77 anos · Parda · Superior completo · Engenheiro · PDT · nº 456 · candidatura registrada para a eleição de 4 de outubro de 2026 · ver resultado completoregistro da candidatura
Vice-Governador · 2022ELEITO2º TURNO834.278GAL · 73 anos · Branca · Superior completo · Engenheiro · PDT · nº 15 · 1º turno: 708.984 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Coligação: MDB / PT / PC do B / PV / PDT / PSC / PODE / SOLIDARIEDADE
Prefeito · 2012—LMaceió, Alagoas · 63 anos · Superior completo · Cientista Político · PDT · nº 12 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleição
Coligação: PDT / PT / PTB / PMDB / PTC / PV / PRP / PSD / PC do B
Governador · 2002ELEITO553.035GAL · 53 anos · Superior completo · Presidente da Republica, Ministro de Estado, Governador e Prefeito · PSB · nº 40 · ver resultado completo
Coligação: PSB / PST / PAN / PHS / PSC / PTC / PSDC / PV / PRONA / PRP / PGT / PT do B / PSL
Deputado Estadual · 19901.933não eleitoGAL · 41 anos · PSB · nº 40200 · ver resultado completo
Governador · 1986NÃO ELEITO30.073GAL · 37 anos · PSC · nº 20 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1982ELEITO10.484GAL · 33 anos · PMDB · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.