Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Dantas (Paulo Suruagy do Amaral Dantas) disputou 4 eleições entre 2004 e 2022, para governador, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: governador em 2022; deputado estadual em 2018; prefeito de Batalha em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2022, para governador por AL: 834.278 votos. Na campanha de 2022 para governador por AL, declarou R$ 5,7 milhões em receitas: R$ 5,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil do Fundo Partidário, R$ 57 mil de outros recursos do partido e R$ 417 mil de doações privadas (36 doadores). Os gastos contratados somam R$ 8,6 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 5,7 milhões), publicidade por materiais impressos (R$ 676 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 573 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 103 mil em 2018 (69% com publicidade por adesivos) e R$ 45 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
708.984 votos em 2022 · 4 eleições
A votação de Paulo Suruagy do Amaral Dantas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 5,7 milhões em receitas · R$ 8,6 milhões em gastos contratados
Paulo Dantas declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Batalha (AL) em 2008, deputado estadual por Alagoas em 2018, e governador por Alagoas em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 5,7 milhões em receitas: R$ 5,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil do Fundo Partidário, R$ 57 mil de outros recursos do partido e R$ 417 mil de doações privadas (36 doadores). Os gastos contratados somam R$ 8,6 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 5,7 milhões) e publicidade por materiais impressos (R$ 676 mil). Em 2018, 69% dos R$ 103 mil em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2008, 41% dos R$ 45 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2022R$ 5,7 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 8,6 milhõescontratados
Gastos em 2018R$ 103 milcampanha encerrada; tudo pago
partido 43% · pessoas 22% · empresas 3% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 45 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 19 mil40,8%
PessoalR$ 11 mil24,7%
Publicidade por carros de somR$ 2 mil3,3%
Encargos sociaisR$ 1 mil2,4%
Outras 4 categoriasinclui R$ 11 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 13 mil28,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.